segunda-feira, 29 de junho de 2015

Somos todos diferentes...

           Não podia deixar de registrar o filme que assisti ontem, “Somos todos diferentes”. Como enfatizou o ato de aprender a olhar o nosso educando com maior cuidado, pois assim, nos revela muitos aspectos obscuros e escondidos.
O filme nos mostrou a situação de um menino que dá a volta por cima, apesar de todo o seu sofrimento e angústia. Depois da internação em uma escola interna, o menino Ishaan Awasthi conhece o professor Nikumbh, que o ajuda e revela o diagnóstico de dislexia. Sendo que para os demais professores e os pais, Ishaan era preguiçoso, disperso e sem vontade. Já, para o professor de arte, o menino era visto com outros olhos. Então, podemos notar que um acontecimento pode ser interpretado de diferentes formas.
A partir da reflexão, percebemos que cada criança tem o seu modo de aprender, de se adaptar ou entender diferentes situações, em consequência disso, ela deve ser inserida na aula e não deixada de lado.
Assim, salvei a imagem acima, pois no final do filme Ishaan imitou o professor, e isso se evidenciou através cabelo. Emocionei-me muito durante o filme e realmente não somos apenas professores e sim, um pouco de: pais, mães, amigos, irmãos, etc.


sábado, 27 de junho de 2015

WORKSHOP DE AVALIAÇÃO



Hoje iniciei o meu workshop da avaliação, assim, parar e refletir nos favorece na visão de quanto aprendemos e foi construtivo esse primeiro semestre.
 Assim, o ato de problematizar e questionar me faz pesquisar e melhorar cada vez mais os estudos. Assim, saímos da “zona de conforto”, da nossa estabilidade, e diria mais, de pensamento. Penso que isso, foi a principal mudança que percebi na minha vida pessoal, que por consequência, afeta o âmbito profissional também.  Penso que podemos agir e mudar bastante, basta querer e buscar novas possibilidades e ideias. 

quinta-feira, 25 de junho de 2015

            Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender”. 
Paulo Freire




          Após muito tempo, essa semana retomei a leitura do livro “Pedagogia da Autonomia” de Paulo Freire, assim, pude refletir e pensar na construção do saber de modo contínuo e eficiente.
Selecionei a frase acima, pois creio que tem um grande síntese do nosso trabalho educacional. Assim, anos passados os professores apenas ensinavam, mas com o passar do tempo, evoluiu muito positivamente. Creio que ensinamos, mas, em contrapartida, aprendemos muito. Quantas coisas novas aprendemos diariamente? Com nossos alunos? Com suas famílias? Com nossa escola? Com a sociedade?

            Nunca tinha parado para pensar, ou seja, quando comecei a trabalhar na escola tinha que visão dela? E agora, como a vejo? 

quinta-feira, 18 de junho de 2015

Janelas da vida...



Hoje finalizei o trabalho da disciplina Escola, Cultura e Sociedade desta semana. Assim, uma parte do trabalho foi mostrar o que eu enxergava da janela de diferentes ambientes da escola, sendo que eu escolhi, a sala de aula e o solário.
Da janela da sala de aula não vemos muita coisa, pois é alta, conseguindo visualizar apenas a rua.
Já a janela do solário é mais baixa e maior, sendo que a visão é melhor. Assim, vemos a rua e também o parque.

Nunca tinha pensado nesse ponto de vista, e a partir disso,  também refleti sobre o que eu vejo da janela da minha casa.
Podemos relacionar o tema acima em como olhamos os nossos alunos. 
Rapidamente? 
Detalhadamente? 
Sem observar? 
Mecanicamente ? 

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Afeto...




Hoje, revisando minha reflexão sobre corporeidade, logo relacionei com o cotidiano em sala de aula.  Durante a disciplina, trabalhamos como o filme “Inteligência Artificial” que nos mostra o cotidiano de uma família, sendo que o filho biológico está vivo com a ajuda de aparelhos, devido à obtenção de um vírus desconhecido. Diagnosticado o problema, a empresa onde o pai trabalha oferece ajuda, sendo a criação de um androide com semelhanças do filho, todavia, surge um, porém, o teste é por tempo determinado.  Quando a mãe, Mônica toca o androide, David passa a reagir de outra forma, ou seja, inicia-se a construção de sentimentos e emoções.
Relacionando o filme acima com a sala de aula, penso no quanto o toque é importante, pois através dele passamos os nossos sentimentos, o carinho, o nosso agir, entre outros. Assim, muitas crianças tem o afeto na escola que não tem em casa, ou vice-versa.
No meu cotidiano, Educação Infantil, muitas crianças me pedem colo, carinho ao dormir, atenção, entre outros. Assim, penso que é essencial amar a profissão escolhida acima de tudo. 

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Novas aprendizagens...



O convívio em sala de aula, tanto com profissionais, pais, alunos, sociedade nem sempre ocorrem de maneira desejada.
Sempre pensei e também agi de maneira espontânea e sem pensar muito nas consequências que poderiam surgir.
Assim, com o início do curso, o aperfeiçoamento de temas, a troca de experiências, o contato com outras opiniões, acabo percebendo o quanto devemos respeitar as particularidades de cada um e aproveitar o máximo da interação com todos.
Também, percebo que somos influenciados pelo meio e assim, podemos nos aperfeiçoar e tentar mudar, ou seja, vamo-nos “moldando” e adquirindo experiências.

A partir disso, estou refletindo mais antes de agir, penso e penso novamente.  
Escola e Família




O ato de educar vai muito além da escola, sendo um ponto importantíssimo é a família. Assim, escola e família devem andar juntos, como uma grande equipe unida.  Também, ressalto que ambos têm um foco em comum, ou seja, a educação do educando e filho.

Concordo plenamente com a citação de Cora Carolina citada acima, pois estamos preparando indivíduos para a vida e um futuro promissor.  Cabe assim, a todos trilharem o melhor caminho para atingirem o sucesso desejado.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Vista a minha pele”


Terminei recentemente de assistir o vídeo “Vista a minha pele”, sendo que é uma produção que nos faz refletir e pensar sobre a raça e cor. Assim, vimos que o preconceito trocou de lado, sendo que, o branco assumiu o lugar do negro e vice-versa. Os papeis foram invertidos.
O que mais me chamou atenção, foi a luta da menina branca para ser a Miss festa junina  e mostra as diferenças, as preferências, enfim, o preconceito. Também, me chamaram muito a atenção as questões no final do vídeo. Algumas delas:
Será que quando a escola irá valorizar a diferença racial?
A questão na igualdade... Está apenas no papel? E na prática?
E a mais impressionante...
O que nós pensamos de tudo isso?
Realmente, o quanto o preconceito ainda está presente, sendo este “mascarado.”  Infelizmente não temos uma sociedade igualitária, muito pelo contrário, totalmente injusta, onde a cor, os bens, a classe social, entre inúmeros outros fatores, influenciam e modelam as pessoas. 

sábado, 6 de junho de 2015

Voltei e percebi...


Hoje voltei ao meu Retrato da Escola para revisar e refletir um pouco sobre a EMEI Nostri Bambini.
Assim, pude rever o antes e o depois de alguns ambientes da escola como, por exemplo, o parque.
Quando iniciei a minha trajetória na escola, em agosto de 2014 o parque não podia ser utilizado, pois não estava cercado e os brinquedos amontoados literalmente.
No final de 2014 a prefeitura iniciou as mudanças, sendo revitalizado. Assim, o local ganhou grama, brinquedos, cerca e principalmente uma nova pintura.
Nesse ano letivo, principalmente nos meses de fevereiro e março, as crianças brincaram muito, sendo nos brinquedos, na casinha, na grama, entre outros. Agora, estamos utilizando menos o ambiente devido ao tempo chuvoso e frio.

Que bom que as mudanças surgem e assim nos trazem muitos benefícios e alegrias.

AnTeS




dEpOiS




sexta-feira, 5 de junho de 2015


O tempo...tempo...empo...mpo...po...o...



“O Tempo perguntou ao tempo quanto tempo o tempo tem, o Tempo respondeu ao tempo que o tempo tem tanto tempo quanto tempo, tempo tem.” Trava-línguas popular
  
Realmente, temos o tempo que realmente precisamos.
 Para refletirmos, hoje, dia 5 de junho, já se passaram metade de 2015 e me parece que começou ontem este ano.
            Acredito que o tempo passa rápido demais, mas em contrapartida, nós temos que aproveitá-lo intensamente.
            Somos nós que devemos saber a sua utilização, 
temos que saber o momento
 de trabalhar, estudar, conversar, divertir, brincar, etc.
            Enfim, temos tempo o suficiente para sermos nós mesmos!