sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Grupos áulicos



Constitui em uma organização de turma, criada em 1965, com o objetivo de que os alunos convivam em grupos, com as diferenças e também se ajudem nas dificuldades. A partir disso, auxilia a aprendizagem sócia afetiva, cognitiva e política.

Quando li o material disponibilizado na disciplina de Alfabetização, logo me lembrei do modo como distribuímos os alunos em sala de aula, ou seja, método tradicional, círculos, pequenos e grandes grupos, individual, entre outros. Cabe a cada educador refletir e chegar a uma conclusão que favoreça o educando e a construção da aprendizagem.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Teoria Psicogenética 

PRÉ-SILÁBICA:  a criança reconhece aproximadamente três critérios de signos e associa a relação gráfica com a sua representação gráfica;

SILÁBICA: associa o símbolo com a sílaba oral;

ALFABÉTICA: a criança difere os fonemas na oralidade e representa através da escrita;

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Infância Soft


Na disciplina de Infâncias de 0 A 10 Anos conceituamos e exemplificamos a Infância Soft, assim, está presente no nosso cotidiano e nos influencia no modo de pensar e agir.  Conceitua-se em ver os bebês e as crianças de maneira belíssima, inocente, saudável e feliz.
Entendo que a infância soft nos passa uma imagem de um mundo perfeito, lindo e maravilhoso, sendo tudo muito fácil e sem problemas. Obviamente esses são desejos de todas as mães que gostariam que as crianças fossem sempre bebês e que não precisassem enfrentar o cotidiano.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Princípios de intervenções

Na disciplina de alfabetização estudamos os princípios de intervenções, sendo eles:
·         Procurar recuperar os conhecimentos prévios do aluno, sendo estimulado o levantamento de hipóteses, a imaginação, a criatividade, entre outros;
·         Propor ao educando atividades que desacomodem a escrita com o objetivo de adquirir novos conhecimentos.
·         Proporcionar atividades que construam sentido por parte do educando, juntamente com a exposição e compartilhamento de experiências.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Crianças x Consumo


Em muitos lugares e a todo o momento vemos propagandas magníficas, coloridas e que mexem com a cabeça de adultos e crianças. Estas, por sua vez, estão cada vez mais consumidoras, sendo que querem objetos, brinquedos, acessórios, entre outros, e também são objeto de consumo, desenvolvida através da mídia e tecnologia.

Cabe a nós profissionais da educação, pais e mães repensarmos no que estamos proporcionando a nossas crianças. Também precisamos refletir nas consequências, sendo que, a grande maioria não está preparada para lidar com essa erotização, assim, podendo comprometer o seu desenvolvimento psicológico.

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Lembretes de aprendizagens



  1. Organização do tempo, dedicação, entusiasmo, enfim, MUITO  ESTUDO...
  2. Introdução da teoria da sexualidade;
  3. Tesouro das palavras;
  4.  Por que Piaget?;
  5. Interdisciplinariedade;
  6. Quando tirar as fraldas?      
  7. Whorkshop da avaliação, já?                           
Aspectos
Na disciplina de alfabetização estudamos e refletimos sobre os aspectos, sendo eles:
Aspectos Sociológicos: Neste item notamos que as crianças de diferentes classes sociais são influenciadas na sua aprendizagem, sendo que os que vivem nas classes mais baixas têm maiores dificuldades de se alfabetizar em virtude das oportunidades de aprender na escola e em casa, pois não obtém material adequado. Já, as que vivem em classes superiores possuem maiores facilidades, devido o contato com materiais pedagógicos desde os primeiros momentos de vida.
Aspectos Funcionais: Compreendemos que os ambientes favorecem na construção do conhecimento, sendo que, as salas de aula estruturadas com materiais  adequados que favoreçam o estímulo e a curiosidade da criança.
Aspectos Estruturais: Visamos que é importante explicar para as crianças as particularidades das letras, assim, favorecem no processo de aprendizagem da escrita e leitura.
Aspectos Neurais: Percebemos que para ocorrer a aprendizagem da leitura necessita-se de um processo, sendo que o ato de aprender é o arquivamento de informações a longo prazo.
Aspectos Psicogenéticos: São processos percorridos pelas crianças na aprendizagem da leitura e escrita. 

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Alfabetização
Na aula passada, na disciplina de alfabetização trabalhamos com a retomada de ideias da autora Emília Ferreira, sendo o enfoque principal na alfabetização na teoria Construtivista Interacionista.
Assim, ressaltamos a percepção que cada criança possui o seu momento para se alfabetizar, e assim, devemos tranquilizar e explicar aos pais o quanto essa etapa é importante na aprendizagem da criança.  

Também, a leitura se inicia desde os primeiros momentos de vida, sendo essencial o seu estímulo, manuseio, leitura, entre outros, visto que tanto a leitura como a escrita são práticas sociais.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Memórias da minha infância


Na disciplina de Escolarização, Espaço e Tempo na Perspectiva Histórica, estudamos 

e refletimos sobre as memórias, sendo que tínhamos que escolher um objeto que 

relembrasse. Assim escolhi:
·         Cômoda: escolhi este objeto, pois me remete a longas manhãs e tardes que eu e minha irmã brincávamos de bonecas, casinhas, enfim, donas de casa. Quanta alegria e imaginação perpassam naqueles momentos, sendo que até objetos simples nos completavas, no entanto imaginem só uma cômoda, de madeira, com espelho e que abria as portas? Era sensacional...

·         Foto: há quase 29 anos atrás a fotografia era ainda uma novidade, sendo que não tínhamos máquina fotográfica e nem estúdios em minha cidade. Mas, os meus pais sempre gostaram de registrar os momentos vividos e quando vínhamos ao pediatra (Miguel Tomasetto), na cidade de Veranópolis, eles aproveitavam para fazermos as fotos de estúdio (Parise). Eu literalmente odiava, mas sempre me convenciam com a ideia que eu iria ganhar um cavalinho (aqueles que batiam as fotos) ou diziam-me para ver a outra menina no espelho. Assim, eu me via, porém não me reconhecia e achava o máximo. Hoje, eu agradeço muito a eles por isso, pois mesmo com as dificuldades naquela época, tenho várias fotos da minha infância. 

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

Fases do desenvolvimento sexual 


Fase Oral (0 a 1 ano aproximadamente):  Como o nome já diz, o local onde a criança obtém prazer é a boca, é por isso, que leva tudo o que encontra até ela, sendo que o primeiro objeto de prazer é o seio da mãe.




Fase Anal (2 a 3 anos aproximadamente):  período que a criança passa a adquirir controle dos esfíncteres, assim, oferece aos pais como um presente e inicia a ter noção de higiene.


Fase Fálica (3 a 5 anos aproximadamente):  A atenção da criança volta-se para a região genital.  Assim, a criança imagina que tanto os meninos quanto as meninas possuem um pênis, criando as teorias sexuais infantis. Após, imagina que as meninas não tem pênis porque este órgão lhe foi arrancado, ou seja, complexo de castração. 

Fase Latência (6 a 12 anos aproximadamente): A criança passa a controlar a libido da sexualidade em atividades sociais.




Fase Genital (13 a 18 anos aproximadamente): é a fase marcada pelos impulsos sexuais, sendo que se inicia a adolescência.




quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Quem disse que não sei escrever?



A atividade desenvolvida na disciplina de Alfabetização trouxe um momento único e prazeroso, assim, tínhamos que observar duas crianças escrevendo ou desenhando. Abaixo irei relatar a experiência com uma delas:
Fernanda é aluna do Maternal I, adora escrever e pintar, assim, quando solicitei que ela realizasse a atividade, prontamente ela aceitou. Deixei que desenhasse livremente, assim, desenhou uma folha, abelha e coruja. Depois, virou a folha e desenhou o espelho, sendo que, possui na sala de aula. Mas, a grande surpresa chegou ao momento em que eu solicitei que ela assinasse o nome, assim, escreveu a letra F  e depois a letra E.
Essa última parte foi fantástica, pois eu imaginava que ela não conseguisse assinar. Percebemos que na alfabetização cada um tem o seu momento e devemos respeita-lo acima de tudo.


quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Proibir x Permitir
Hoje, relendo o texto “Freud e a Educação” uma frase em especial me chamou atenção, sendo ela, “Devemos saber o equilíbrio entre o proibir e o permitir”. A partir disso, penso que: Sabemos este equilíbrio? E na relação de pais, ocorre essa mediação? E escola?

Penso que é essencial para a criança ser reprendido e proibido, pois, muitas vezes as situações não ocorrem na maneira que gostaríamos e com isso temos que nos adequar a elas. Em contrapartida, o ato de permitir também é fundamental porque nos desperta a ação de descobrir, conhecer, entre outros. Fica a questão: Qual é o real equilíbrio?