quarta-feira, 25 de outubro de 2017

As deficiências 
imagem retirada da internet
Lendo o texto “História, conceitos e tipos de deficiência” de Izabel Maior percebe- se a linha do tempo, o conceito e as variações. Assim, na metade do século XX a deficiência era vista como uma incapacidade a ser superada ou também, uma limitação decorrida de uma doença ou acidente.
Já, o conceito de deficiência está sempre em evolução, sendo que o envolvimento da pessoa com deficiência depende da sociedade assumir sua responsabilidade no processo de inclusão, visto que a deficiência é uma construção social.
Também, segundo a autora há 5 tipos de deficiência:
1.    Deficiência física: alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano;
2.    Deficiência Auditiva: Perda bilateral, parcial ou total da audição;
3.    Deficiência Visual: perca total ou baixa visão;
4.    Deficiência mental: funcionamento intelectual inferior à média;
5.    Deficiência múltipla: associado a 2 ou mais deficiências.  
Gostei bastante de ler e refletir sobre esse texto, pois não tenho nenhum nunca tive aluno deficiente. É uma área que sempre me chamou atenção, pois tenho uma prima com paralisia cerebral.


sábado, 21 de outubro de 2017


Leitura na Educação Infantil
direitos reservados a EMEI Nostri Bambini
          Na Atividade de Filosofia da Educação, executei o planejamento sobre a história “A joaninha diferente”, sendo que contei a partir de imagens, pois na escola não tínhamos o livro. Quando iniciei o relatório para postar, fiquei observando as fotos e percebi que as crianças estavam super concentradas na leitura. Assim, essa minha postagem irá retratar um pouco da importância de contar histórias para o público infantil. 
Um dos principais objetivos de se contar histórias é o da recreação e através delas podemos enriquecer as experiências infantis, desenvolvendo diversas formas de linguagem, ampliando o vocabulário, formando o caráter, desenvolvendo a confiança na força do bem, proporcionando a ela viver o imaginário.
Outro fator é a estimulação e o desenvolvimento de funções cognitivas fundamentais para o pensamento, tais como a comparação, o raciocínio lógico, as relações espaciais e temporais.

 A história abre espaço para a alegria e o prazer de ler, compreender, interpretar a si próprio e a realidade.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

ÉTICA E A REALIDADE ESCOLAR

Imagem retirada da internet

Lendo o texto “Formação e atuação dos professores: dos seus fundamentos teóricos” de Antônio Joaquim Severino, percebemos que a educação é uma modalidade de ação relacionada à existência do outro. Por isso, é importante a ética e o respeito frente aos outros.

Assim, a ética é uma ação, reflexão e um sentimento do que já se consolidou, sendo que a aprendemos na convivência. Assim,  a Escola Nostri Bambini,  possui 130 crianças, na etapa de Educação Infantil.  Também, possui o quadro de 12 professoras, sendo 9 nomeadas e 3 contratadas através do processo seletivo, 21 auxiliares sendo  7 estagiárias do CIEE, 5 componentes da coordenação pedagógica, 1 secretária, 1 monitora, 5 cozinha/serviços gerais e  4 rede de apoio (nutricionista, psicopedagoga, psicóloga, fonoaudióloga).


Assim sendo, noto que a equipe diretiva e demais funcionários preocupam-se bastante com os alunos, principalmente com os considerados “difíceis” e assim, são acompanhados pela psicopedagoga e psicóloga. Com os acompanhamentos da rede de apoio percebo mudanças e um suporte para nós em sala de aula, sendo que a maioria das vezes é questão de limite ou problemas familiares. 

Também, acredito que seja uma maneira de, nós profissionais, retratarmos as nossas dificuldades e compartilharmos, indo em busca de ajuda e melhorias para os educandos. 
PRECONCEITO E DIVERSIDADE

Imagem retirada da internet

Hoje realizando as atividades das disciplinas de Questões Étnicos-Raciais, Filosofia e Seminário Integrador VI, refleti um pouco mais sobre o preconceito e a diversidade em sala de aula. Sabemos que o preconceito existe, mesmo sendo “camuflado” na maioria das vezes.  E o que fazer?

Penso que primeiramente devemos realizar atividades que desmistifiquem as questões do preconceito e incentivar o envolvimento com a diversidade.

Essa semana trabalhei com o livro “A Joaninha Diferente”, sendo que retrata a história de uma joaninha que nasceu sem bolinhas e por isso ela era diferente. As outras joaninhas a ridicularizavam por isso, mas não impediu “Petipoá” (protagonista da história ) de ir para a guerra lutar contra os pulgões. Com sua bravura e garra, ela ganhou inúmeras medalhas e assim, foram inseridas no lugar de suas bolinhas.

            Os alunos adoraram a história e penso que devemos trabalhar a conscientização desde cedo, favorecendo a igualdade e o respeito. 

segunda-feira, 9 de outubro de 2017



UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
ESPECIALIZAÇÃO EM TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO APLICADAS À EDUCAÇÃO
INTERAÇÃO MEDIADA POR COMPUTADOR EAD
PROFESSORA MARA DENIZE MAZZARDO
TUTOR EDOARDO PLETSCH



CECÍLIA FARENZENA DA SILVA BISSANI
FABIANE FAVERO
FRANCIELE BARILLE
PRISCILA GAYER




PRÁTICAS INTERATIVAS



Veranópolis, RS, Brasil
2017






INTERAÇÃO E INTERATIVIDADE

Ao longo do semestre vimos inúmeros conceitos que abordam a interação e a interatividade. A interação está relacionada com o comportamento dos indivíduos em relação uns aos outros e ao meio, estando vinculada à ação recíproca pela qual as pessoas e objetos se influenciam entre si. Já a interatividade, é a capacidade do sistema de proporcionar a interação, oferecendo atividades diversas de aprendizagem que exijam do aluno interação com o conteúdo, colegas e professores.
As redes possibilitam aos seus usuários localizados em diferentes partes do mundo a interação em tempo real. Interação não apenas com outros usuários, mas com sons, imagens tridimensionais, vídeos, organizações e outras redes (KENSKI, 2003, p. 109).
A interatividade é a chave para o trabalho com a virtualidade; sem essa possibilidade, o espaço virtual perde sua vida e o movimento que impulsiona a atualização constante. A interatividade emerge no movimento progressivo das inovações da tecnologia. (CAPELARI e BARROS, 2008, p. 8).
Através da ação sobre o objeto, as pessoas participam ativamente, interferindo no processo com ações e operações manipulando informações (LEVY,1999).
Abaixo um link com mais conceitos de interação e interatividade.

Interação e interatividade são conceitos importantes na educação. Dessa maneira, ao inserimos nossos educandos em contextos digitais, é nosso papel orientá-los a explorar ferramentas que façam a mediação de conteúdos e possibilitem realizar ações que promovam a aprendizagem.


Plano de Aula
Tema: Outubro Rosa
Público Alvo: alunos de 2º ano do Ensino Médio
Objetivos:
·         Conscientizar sobre a importância da prevenção do câncer de mama;
·         Reforçar a importância dos exames de rotina e do diagnóstico precoce do câncer de mama;
·         Incentivar o uso dos recursos tecnológicos, através da produção de um vídeo e a publicação no blog proporcionando a interação;

Desenvolvimento

1.      Inicialmente a professora fará uma roda de conversa com um diálogo, discutindo os principais pontos do movimento Outubro Rosa, ativando assim, os conhecimentos prévios dos educandos.
2.      Após esse primeiro momento será assistido o vídeo “O Primeiro cuidado-Outubro Rosa”, disponibilizado no link do Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=XsZJuzpeKGU
3.      Em seguida, os alunos se organizarão em grupos para a realização da atividade proposta que consiste em uma pesquisa mais aprofundada sobre o tema, onde poderão utilizar a sala de computação para a realização da mesma.
4.      Depois disso, serão incentivados a produzirem um vídeo onde entrevistarão algumas pessoas que passaram pelo câncer de mama ou buscar a opinião de pessoas que deixam uma mensagem de conscientização do outubro rosa. Para a realização do vídeo será disponibilizado o uso do Movie Maker, disponível no link: http://www.baixaki.com.br/download/windows-movie-maker.htm ou de outros programas que já possuem conhecimento.
5.      Será criado um blog, onde todos os grupos postarão a atividade, interagindo com os colegas e professores. Exemplo de blog: http://francibarille.blogspot.com.br/

Avaliação

Os grupos serão avaliados durante todo o desenvolvimento do trabalho, de maneira processual e contínua. Também serão avaliados o interesse e a criatividade na elaboração da tarefa.
Com a realização da atividade, acreditamos que os alunos irão demonstrar interesse, principalmente pelo uso das tecnologias favorecendo a construção do ensino-aprendizagem. Ao utilizar as ferramentas digitais, eles podem buscar a solução da tarefa proposta por meio da pesquisa e da interação com os colegas e também com diferentes pessoas entrevistadas, conversar, discutir o assunto abordado tão importante nos dias atuais que é o câncer de mama.
Na sala de aula, o professor deve pensar que é o mediador do conhecimento, e tem o papel de auxiliar os educandos no que for necessário, construindo práticas reflexivas a respeito dos temas e conteúdos estudados. Apenas ditar textos, ou escrever num quadro, são práticas que não são mais aceitas num mundo rodeado de tecnologias. As aulas diferenciadas, com o uso de recursos tecnológicos, motivam os discentes a aprender.

Com isso, percebe-se a importância da postura do professor frente aos recursos, desenvolvendo uma prática pedagógica diferenciada, reflexiva, criativa e crítica, tornando-se um mediador na construção do saber.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Crocodilos ou Avestruzes

imagens retiradas da internet

Lendo o texto “Sobre crocodilos e Avestruzes: falando de diferenças físicas, preconceitos e sua superação” de Lígia Assumpção Amaral, percebi o uso de duas metáforas para enfocar o tema do preconceito e da diversidade: CROCODILOS E AVESTRUZES.
Assim, os Crocodilos estariam nos canais de castelos medievais, onde todos passariam e apenas olhariam. Com isso, faz a relação com os mitos da deficiência física, sendo que, muitas vezes olhamos e não queremos interferir ou nos relacionar. Assim, generalizamos a partir dos nossos estereótipos. Os avestruzes nos remetem a ideia de esconder a cabeça como um mecanismo de defesa, sendo que, se o outro nos causa incomodo e provoca desconforto nos “protegemos.”

A partir disso, penso que somos tanto crocodilos como avestruzes, pois muitas vezes apenas olhamos e não enxergamos, tornando-se mais cômodo esconder-se das diversas situações da sociedade, sejam elas preconceituosas, duvidosas, tristes, desafiadoras, etc.