quinta-feira, 29 de novembro de 2018


5ª Reflexão: Ato de escrever

Postagem 27 de setembro de 2016: “Medo de Escrever?”



Muito sugestiva essa reflexão, visto que em 2016 realizamos um trabalho de Seminário Integrador com o objetivo de praticarmos a escrita e perdemos o medo de realizá-la.
Posso garantir que melhorei nesse aspecto e consigo me expressar de maneira mais clara e objetiva. Obviamente, devo isso ao curso de Pedagogia, que sempre incentivou e nos fez escrever muito. Junto a isso, sempre realizamos analise e reflexão sobre os temas propostos e relacionamos com o nosso cotidiano escolar.  Isso favorece na nossa formação profissional e também no posicionamento frente a situações em sala de aula.
Segundo Júlio Dantas “O que é mais difícil não é escrever muito; é dizer tudo, escrevendo pouco.” Assim, é o nosso compromisso de educadores auxiliar e incentivar os nossos educandos a escreverem e a se posicionarem. Com isso, se tornarão indivíduos críticos e atuantes na sociedade em que estão inseridos e não passivos.  
  

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

  • 4ª Reflexão: Reflexão pessoal a partir dos trabalhos
Postagem 10 de novembro de 2015: “Memórias de minha infância”

        
Postagem 05 de dezembro de 2016: “Visita Histórica”


Nessa quarta reflexão selecionei duas postagens referente à minha vida pessoal, sendo relacionada à minha infância e do estudo da Capela de São Jorge. Também, voltando ao blog encontrei outras, como a minha trajetória educacional, minha família, etc.
Penso que essas reflexões são de grande validade e positivas, visto que remete a minha vida, a personalidade e a história, sendo que ambas estão relacionadas nas interdisciplinas do curso de Pedagogia.
Com isso, acredito que sempre temos que ir ao encontro do nosso educando, das suas famílias e do meio em que está inserido. Assim, as aprendizagens tornam-se visíveis e não ficam apenas no imaginário de cada um.
Para Santomé: " A realidade do aluno, utilizada dentro do contexto escolar, ajuda a criança a compreender melhor o tema abordado em aula, por isso, torna-se a insistir  na necessidade de que as questões sociais de vital importância, os problemas cotidianos, sejam contemplados no trabalho curricular nas salas de aula e escolas". ( Santomé, 1998, p.9).



  • 3ª Reflexão: Publicações apenas de teoria 

Postagem 26 de novembro de 2015: “Teoria Psicogenética”

Postagem 14 de novembro de 2015: “O que medimos”



Postagem 19 de novembro de 2015: “Infância Soft”



Separei algumas postagens, porém teria muitas outras nesse mesmo item. Retomando o blog percebi que a maioria retratava apenas a teoria e não havia nenhuma reflexão ou envolvimento com a prática.
A partir disso, penso que com o passar do tempo fui aperfeiçoando e relacionando com a prática cotidiana. Assim, podemos notar nos nossos alunos os indícios das teorias e também podemos interferir com bases em estudos de caso
 Segundo Freire: “Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo, educo e me educo. Pesquiso para conhecer e o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade.” (Freire, 1999, p.32).
Cabe a nós professores, refletirmos sobre nós mesmo, nossa atuação em sala de aula e a compreensão que o educando realiza.


  • 2ª Reflexão: Workshop de Avaliação


Postagem 13 de julho de 2015: “Na expectativa...”


Postagem 15 de dezembro de 2015: “Workshop”




Postagem 27 de dezembro de 2016: “Workshop da Avaliação”





Falar em Workshop sempre foi um momento que me remete a final de semestre e apresentação oral. Digo isso, pois sempre tive dificuldades em falar em público, sendo que fico nervosa, transpiro, gesticulo, entre outros.
Porém, o curso de Pedagogia colaborou nas minhas apresentações. Se eu comparar as primeiras com as últimas, posso garantir que houve uma grande evolução, sendo que assim, consigo expressar-me bem melhor agora.
O workshop é um momento de reflexão dos nossos saberes durante o semestre, juntamente com as dúvidas, medos, conquistas, etc. Segundo Jussara Hoffmann " A avaliação é a reflexão transformada em ação, não podendo ser estática nem ter caractér sensitivo e classificatória." 
Também, outro fator que mudou bastante foi às construções das minhas apresentações, sendo que as primeiras eram constituídas por muitos slides e não dava tempo para explicar, penso que isso ocorria devido a minha insegurança.
Hoje, creio que faço uma apresentação menor e mais “limpa”. Detendo-me na apresentação oral.

  • 1ª Reflexão- Retrato da Escola


Postagem 02 de abril de 2015: “Boa noite colegas”


Postagem 07 de abril de 2015: “Eu e as mudanças”



Postagem 11 de abril de 2015: “EMEI Nostri Bambini”




Postagem 21 de maio de 2015: “Contratempos”

Inicio a minha reflexão do blog pelas minhas primeiras postagens. Assim, remetem-se a momentos de ansiedade por iniciar o blog e também de expectativas diante do retrato da escola, realizado no pbWorks.
Recordo-me perfeitamente do Retrato da Escola, sendo que realizei toda a pesquisa da história, das mudanças, do público alvo, entre outros. Foi muito importante para a minha trajetória pessoal e profissional também, visto que era o primeiro ano que estava trabalhando no Nostri Bambini.
Outro fator relevante foi o dia em que apaguei todo o meu pbworks e quase “morri”. Graças a Deus, sempre tem pessoas que nos ajudam, no meu caso foi o Professor Crediné, o Tutor Pablo e a Colega Sheila.
Retomando as minhas primeiras postagens acredito que tenha aperfeiçoado o meu conhecimento e o modo de expressar. Para isso, foram anos de estudos e de escrita, assim sendo, realmente o blog é um local de registrar nossos saberes e praticar a escrita reflexiva. 
Segundo Bessa (2010), A melhor forma de ensinar a escrever é oferecendo às pessoas a oportunidade para escrever, propiciar um contato com as possibilidades que podem ser alcançadas com esse tipo de comunicação. Porém, isso não é tão simples assim. A escola oferecia a chance de escrever ‘redações’(os textos escolares – que geralmente só pertencem aquele universo) ou procurava ensinar os/as estudantes a escrever ‘corretamente’ antes mesmo deles/as escreverem – o suposto ensino de regras da gramática tradicional. (Dias e Bessa, 2012, p. 24)