terça-feira, 27 de junho de 2017

Formas e cores


Deixei as formas prontas e montadas no painel de isopor na sala, em virtude de trabalhar com tesoura e alfinetes. Em seguida, expliquei o que eles iriam fazer e fui perguntando as cores nas formas e as crianças prontamente respondendo.
Depois, dei um pedaço de papel celofane para cada um e os educandos iam colocando sobre a forma e assim, percebendo a mudança das cores. Eles ficaram empolgadíssimos com a atividade e chegaram a brigar pelo espaço.
Quando percebi fiquei encantada, pois eles saíram das formas e foram no espelho. Assim, instiguei em outras formas e materiais na sala, como mesa, chão, roupa, pia, etc.

Notei que nesta atividade eles notavam a mudança das cores e logo diziam. Também, sozinhos iam se trocando o papel celofane colorido. 
    Currículo
imagem retirada da internet

  Após o estudo sobre o tema Políticas Curriculares percebemos que o objetivo é não deixar reproduzir o Ensino Fundamental na Educação Infantil. Assim, o currículo contém em si informações e formas particulares de ver e sentir o mundo.
A LDB diz que a criança é um sujeito de direitos a educação, sendo que a Educação Infantil é a primeira etapa da Educação Básica, sendo que  esta tem por finalidade o desenvolvimento integral da criança até os 6 anos nos aspectos físicos, psicológico, intelectual e social.
Portanto, a qualidade na Educação Infantil é resultado de um processo social mais amplo, praticas cotidiana, entre outros.



sábado, 24 de junho de 2017

Caleidoscópio
Seguindo a atividade do Projeto de Aprendizagem, realizei a atividade com o Caleidoscópio sendo que montei em casa e levei para a escola a novidade.
Cheguei e expliquei o que era e que cada um iria ver, um por vez.
Conforme eles enxergavam as cores e as mudanças ficavam impressionados. Um menino me disse que eram passarinhos coloridos.

Enfim, foi uma atividade bastante construtiva e interessante. Volto a dizer, algo simples que chama muito a atenção deles.  

terça-feira, 20 de junho de 2017

Gestão Democrática
Imagem retirada da internet
Segundo o artigo “INSTÂNCIAS COLEGIADAS: ESPAÇOS DE PARTICIPAÇÃO NA GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA PÚBLICA” de Irene de Fátima Galina, diz que:
1.    Conselho Escolar: membro representativo da Comunidade Escolar e assim, coordena a Gestão da escola, tornando-se um forte aliado.
2.    APMF (Associação dos Pais, Mestres e Funcionários): Tem como principal objetivo promover a integração da escola e sociedade. Também, ajuda no financeiro e estimula o desenvolvimento de atividade com toda a comunidade educativa.
3.     Conselho de Classe: Seus intuitos são avaliar o desenvolvimento dos alunos e dos conteúdos curriculares a partir do PPP, juntamente com a reflexão sobre professor e aluno.
4.    Grêmio Estudantil: Representa os estudantes da escola, as suas vontades e características. Não possuem fins lucrativos.

Pensando nesses quatro itens, a escola em que atuo – EMEI Nostri Bambini, é de vínculo Municipal e possui Conselho Escolar e CPM (Círculo de Pais e Mestres) e não possui Conselho de Classe e Grêmio Estudantil por seu uma Instituição voltada apenas para a Educação Infantil. 

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Reflexão do Vídeo: O OLHO DO CIDADÃO







Assistir o vídeo me possibilitou uma reflexão dos conselhos e suas funções. Assim, pude perceber a grande importância de participar ativamente, sendo que podemos fiscalizar, acompanhar e decidir aonde serão investidos os recursos.

Obaaa... consegui fazer o esquema com mais facilidade hoje.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Livro de cores

Ainda no desenvolvimento no Plano de Ação, realizei o trabalho das cores a partir da confecção de um livro colorido com feltro e pedaços de tule.
Assim, cheguei na sala e fui levantando as hipóteses sobre as cores e lembrando sobre o projeto desenvolvido. Depois fui folhando o livro e questionando as cores, sempre fazendo a relação com outras presentes na sala de aula.  Para finalizar, solicitei que, um por vez, fossem até o livro e com pedaços de tule percebessem a mudança das cores.

Nem todos notaram a mudança, porém a maioria conseguiu ver que elas se modificavam. Penso que isso ocorreu em virtude da diferença da faixa etária. Também, achei interessante que eles queria tocar, folhar e também sentir as texturas, principalmente do tule. 
Luzes e suas cores
No desenvolvimento do Plano de Ação, na disciplina de Projeto Pedagógico em Ação realizei diversas atividades, sendo uma delas o trabalho com as luzes.
Com uma luminária e pedaços de papel celofane fizeram a alegria das crianças. Assim, escureci a sala de aula e mostrei a luminária e a luz e em seguida, ia mudando as cores.
Os alunos logo diziam as cores e olhavam para a sala, procurando novas mudanças. Assim, foi uma atividade muito construtiva e prazerosa.

Pensei comigo mesmo: Por que não fiz antes? Algo simples que se a professora não tivesse me dado à sugestão provavelmente teria passado despercebido. 
Trabalhando com a sombra
 Recebi na rede social um vídeo de uma menina fugindo da sua própria sombra, fazendo muito sucesso na internet.  Assim, pensei em realizar a atividade com sombra na minha turma e foi um sucesso.
Primeiramente mostrei a luz que a lanterna fazia e em seguida sugeri que eles a pegassem.  Foi uma gritaria, pois uns queriam pegar a lanterna e outros a luz. Depois, com a minha mão ia fazendo sobra neles, apontando  e fazendo desenhos.  Em seguida, solicitei que uma colega levantasse e mostrei a sombra que era gerada e os coleguinhas ficaram impressionados.
Para finalizar, todos levantaram e olharam a sua sombra, ficando surpresos com o que era formado.
Através dessa atividade, percebi que com objetos simples podemos mostrar inúmeras coisas e desenvolver diversas habilidades e competências.

Através das brincadeiras as crianças constroem e reconstroem noções de compreensão do mundo, favorecendo o levantamento de hipóteses e a aproximação com os conhecimentos construídos por meio da interação com os outros, com os objetos e diversos fenômenos da natureza e os produzidos pelo homem.

sábado, 3 de junho de 2017

Troca de ideias
Quinta-feira tivemos as apresentações dos trabalhos de Psicologia e PPA.  Assim, está super ansiosa e nervosa por este momento, visando à explicação oral, mas ocorreu tudo certo.
Depois da explicação a profe Liliane sentou comigo e me deu algumas sugestões maravilhosas, sendo que já estou iniciando a produção do material para executar as atividades.  Percebi que a troca de experiências é essencial e nos motiva na sala de aula e assim, ocorreu comigo.
Na sexta-feira cheguei à escola e pendurei no corredor da sala os cartazes (mapa conceitual e a pintura dos alunos) com o objetivo de socializar a atividade com toda a equipe, desde profissionais, pais e alunos.  Uma mãe que também é professora me pediu o que era e expliquei, assim percebi que ela gostou da ideia e me pediu se eu conhecia a técnica da pintura com tempera no saquinho e eu disse que não. Ela me explicou e eu fiquei curiosa. Assim, desenvolvi essa atividade na mesma manhã e gostaria de compartilhar com vocês os resultados, visto que foi ao encontro ao tema, ou seja, as cores e suas misturas.

Os alunos já estavam curiosos ainda quando eu estava montando a atividade e quando dei para eles pintarem ficaram concentradíssimos. Conforme a atividade foi se desenvolvendo as cores iam se misturando e formando outras cores. Um aluno ficou com a folha do azul com o amarelo e quando ele viu que estava formando o verde ele me disse: “Pofe, olha o verdi” e eu pensei imediatamente “atingi o meu objetivo.”
E esse foi o resultado:

Obs: Todas as imagens acima foram realizadas na Escola Nostri Bambini.