quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Inclusão
imagem retirada da internet
Sabemos que o Brasil iniciou a prática de inclusão em meados de 2008, e 2009, sendo que os alunos com necessidades especiais passaram a estarem presentes em maior número nas escolas regulares do que nas escolas especiais.
Também, as pessoas deficientes começaram a ter seus direitos reservados, como o direito a acesso, acessibilidade, lazer, turismo, trabalho,  etc. Nas escolas a inclusão torna-se um ambiente de contato social, afetivo, cognitivo e também emocional.  
Este ano, participei do Seminário da Educação na cidade de Veranópolis, sendo que no turno da noite foram expostos projetos realizados pelas escolas do Município. Assim, uma turma apresentou a música Trem-bala em LIBRAS, pois uma colega é surda.
Aquele momento me emocionou profundamente, porque estava nitidamente clara a interação do restante da turma com a colega e a alegria de ambos era fascinante.
 Assim, foi ao encontro da letra da música “Trem-Bala”:

“Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu
É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu”
Menina bonita do laço de fita-Ana Maria Machado
imagem do corredor da E.M.E.I Nostri Bambini
      Na interdisicplina de Questões Étnicos-Raciais realizei a aplicação da atividade referente o livro “Menina bonita do laço de fita”, de Ana Maria Machado.
Assim, várias atividades foram desenvolvidas, desde a leitura do livro, roda de conversa, brincadeiras com bonecas negras e brancas, confecção da menina, etc
Assim, percebi que foi um momento bastante prazeroso tanto para mim como para os alunos. Percebi que era um tema “diferente” e que eles pouco tem acesso. Notei também, que mesmo sendo pequenos (aproximadamente 3 anos) conseguiram identificar a diferença da cor da pele e as características, primeiramente com as bonecas e depois com eles e a turma em si.
Creio que o preconceito ocorre com a influência da sociedade, infelizmente, pois as crianças são neutras e “puras”.  Que triste essa realidade!!!
Assim, estamos sempre em contato com a discriminação, desde cor, raça, poder econômico, social, enfim, por coisas insignificantes somos “rotulados” e classificados pela sociedade.
Por que não continuar sempre crianças?

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

ÉTICA
Imagem retirada da internet
     Robert Henry Srour diz que: "Difícil não é fazer o que é certo, é descobrir o que é certo fazer." Assim, a ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade visando o bem-estar de todos.
É uma ação que inicia desde cedo e assim, devemos trabalhar com isso e mostrar que somos responsáveis pelas nossas atitudes. Penso que não adianta reclamarmos dos políticos corruptos, por exemplo, se nós cometemos as “pequenas corrupções”, como furar a fila, não respeitar o local permitido para estacionar (mesmo sendo alguns minutinhos), “tirar o tapete do colega”, não devolver o troco, enfim, tirar vantagem a partir do outro.
Penso que como educadores podemos contribuir primeiramente através do exemplo, pois os alunos são nossos reflexos também. Vejo claramente que na Educação Infantil somos “copiadas” a todo o momento, desde a nossa fala, atitudes, modos de sentar, brincar, entre outros.

Dias atrás uma mãe me relatou que sua filha queria amarrar o moletom na cintura, pois a  profe também amarrava. Eu me identifiquei imediatamente. 

sábado, 2 de setembro de 2017

Inclusão ou exclusão 

Imagens retiradas da internet

Após assistir o vídeo ”História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil” podemos garantir que falar sobre a deficiência é um tema que nos remete a luta e a constante busca pelos direitos. Se olharmos a anos passados, os deficientes eram invisíveis na sociedade e ficavam reservadas no âmbito familiar. Vários fatores me chamaram a atenção, sendo que um que me impactou foi em uma fala onde diz que “Nenhuma deficiência limita a vida” e realmente é verdade.
Sabemos que já foram obtidos vários avanços, porém precisa-se que estes sejam respeitados e cumpridos. A inclusão começa primeiramente na família e depois na escola, amigos, no trabalho, enfim, na sociedade.
Também, incluir é possibilitar a todos o lazer, a educação, o turismo, a saúde, enfim, que todos os serviços sejam propriamente de qualidade, pois vemos diariamente uma “falsa inclusão”, ou seja, rampas estreitas e muito altas, calçadas sem sinalização, vagas de deficientes sendo desrespeitadas, o preconceito, entre outras.

E se pensarmos nas escolas? Será que estamos Incluindo ou Excluindo? Acredito que estamos incluímos na maioria das vezes, porém excluímos, ou seja, na falta de profissionais ou estes despreparados, material de apoio insuficiente ou precário, falta de estrutura física, entre outros.  Cabe uma grande reflexão nisso e também penso que seja um reflexo da nossa sociedade.
2017/2

imagem retirada da internet


Iniciamos um novo semestre e que este seja repleto de 

conhecimento, busca, pesquisa e cheio de expectativas.

Bons estudos para todos!!!

Abraços Franciele Barille