sábado, 19 de maio de 2018


Recordando...

arquivo pessoal

Lendo texto “Alfabetização de adultos: ainda um desafio” de Regina De Hara e relacionando o estudo com a minha atuação pedagógica, acredito que é fundamental respeitar as particularidades de cada indivíduo e turma. Nunca atuei na modalidade EJA e penso que é uma área que está me despertando interesse e curiosidade, em virtude das etapas, dos conhecimentos prévios, do desafio, do público alvo, etc.
            Quando realizei o meu último estágio em Letras a proposta era trabalhar com adultos e assim, optei em desenvolver com uma turma de 12 mulheres, donas de casa e agricultoras, no interior da cidade de Fagundes Varela. A maioria delas tinha frequentado a escola até a 5ª série do Ensino Fundamental e abandonado os estudos devido à família e outras dificuldades comuns naquela época. Recordo-me daqueles momentos passados juntas com muito carinho e afeto, visto que notava o aprendizado e a vontade de expor as suas vivências para o grande grupo. Atualmente, quando encontro-as ainda me chamam de “profe” e fazem menções as aulas praticadas.
            Penso que com a EJA não ocorra de maneira diferente, pois os alunos possuem outras finalidades e diferentes percepções de vida, a partir das suas experiências.


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