Recordando...
arquivo pessoal
Lendo texto “Alfabetização
de adultos: ainda um desafio” de Regina De Hara e relacionando o estudo com a
minha atuação pedagógica, acredito que é fundamental respeitar as
particularidades de cada indivíduo e turma. Nunca atuei na modalidade EJA e
penso que é uma área que está me despertando interesse e curiosidade, em
virtude das etapas, dos conhecimentos prévios, do desafio, do público alvo, etc.
Quando
realizei o meu último estágio em Letras a proposta era trabalhar com adultos e
assim, optei em desenvolver com uma turma de 12 mulheres, donas de casa e
agricultoras, no interior da cidade de Fagundes Varela. A maioria delas tinha
frequentado a escola até a 5ª série
do Ensino Fundamental e abandonado os estudos
devido à família e outras dificuldades comuns naquela época. Recordo-me
daqueles momentos passados juntas com muito carinho e afeto, visto que notava o
aprendizado e a vontade de expor as suas vivências para o grande grupo.
Atualmente, quando encontro-as ainda me chamam de “profe” e fazem menções as
aulas praticadas.
Penso
que com a EJA não ocorra de maneira diferente, pois os alunos possuem outras
finalidades e diferentes percepções de vida, a partir das suas experiências.

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