quarta-feira, 13 de junho de 2018


Avaliar? Como? Por quê?

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A avaliação é um meio fundamental na construção do ensino/aprendizagem, visto que nos possibilita uma reflexão e direcionamento sobre o ato do saber, porém é uma questão que nos remete muitas dúvidas e questionamentos, sendo essenciais no desenvolvimento das ações pedagógicas.
A avaliação mediadora utiliza vários instrumentos de avaliação e assim, o dia a dia na sala de aula remete um meio fundamental, ou seja, a observação. Assim, pode-se acompanhar o desempenho do educando, sua participação, o interesse, curiosidade, etc. sendo que, precisa de uma atenção maior por parte do professor. Aqui a avaliação cria a possibilidade que o educando crie algo novo, sendo um momento de problematização e de questionamentos.
Sabemos que quem ocupa lugar de destaque frente à avaliação no processo de ensino e aprendizagem é o professor, sendo o protagonista da realização.  Assim, ele desempenha suas próprias estratégias de ensino e usa sua capacidade e criatividade na avaliação. Muitas vezes o professor não está preparado, não obtendo aspectos técnicos da avaliação e pouco se referindo ao contexto social, psicológico e filosófico do aluno. Assim, o discente deve ser visto como um ser único e não no coletivo, com o seu próprio desempenho e desenvolvimento juntamente com vários instrumentos avaliativos. Através de uma avaliação contínua e processual podemos incentivar e ajudar no desenvolvimento do educando, tanto cognitivo, emocional e psicológico.

Etapas de Aprendizagem - Jean Piaget

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Estudando sobre Piaget, na disciplina de Didática, Planejamento e Avaliação, vimos vários segmentos, mas separei os três momentos de aprendizagem, sendo:
1.    O educador se integra daquilo que o aluno conhece, com o intuito de trazer a cultura do educando dentro da sala de aula.
2.    A exploração das questões relativas aos temas de discussão, sendo que neste ponto o aluno constrói o caminho do senso comum para uma visão crítica da sociedade.
3.    Do abstrato para o concreto: nesta etapa de problematização sendo que este procedimento serve para o objetivo final, ou seja, a conscientização do educando.

sábado, 9 de junho de 2018


Henri Wallon
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Estudando e analisando a Teoria de Wallon separei o estudo dos estágios, sendo que para o teórico o desenvolvimento ocorre a partir de estágios, onde o comportamento é integrado com as ações anteriores, sendo eles:

1.    Estágio impulsivo emocional: as emoções são o principal instrumento de interação com a sociedade.
2.    Estágio sensório-motor e projetivo: a inteligência predomina e o mundo externo prevalece nos fenômenos cognitivos.
3.    Estágio do personalismo: período crucial na formação da personalidade do indivíduo e da autoconsciência.
4.     Estágio Categorial: a criança começa a desenvolver as capacidades de memória e atenção voluntárias.
5.    Estágio da adolescência: transformações físicas e psicológicas. É um momento caracterizante através da afetivamente e passa por muitos conflitos internos e externos.

A partir disso, diz que os estágios não se encerram na adolescência, pois o processo de aprendizagem sempre implica na passagem de outro estágio. Na prática escolar precisamos estar comprometidos para a busca da ampliação e o resgate dos fundamentos da razão formativa, sendo a humanização e a afetividade. A partir disso, devemos repensar as práticas e as teorias da educação para que a criança seja tratada como sujeitos de direitos e desejos.