quinta-feira, 30 de junho de 2016

Aulas online

imagem retirada da internet
Na aula de Seminário da Educação III estamos vivenciando outra modalidade de aprendizado, ou seja, aulas online.  Se pensarmos, alguns anos atrás, isso não era possível, ou melhor, era quase impossível.

Através dos meios tecnológicos podemos trocar ideias, criar textos coletivos, participar de chats, enfim, construir novos conhecimentos. Assim, o trabalho à distância funciona e torna-se interativo com os demais componentes da turma, sendo que, também nos desacomoda e instiga a superar novos desafios que não surgindo no decorrer das atividades. 

segunda-feira, 27 de junho de 2016


A música na nossa vida!

Sabemos que a música nos acompanha desde a vida uterina, quando ainda somos feto e assim, vamos reconhecem sons e diferenciando ritmos.   A música está diretamente ligada as nossas vidas e também é essencial, sendo uma maneira de combinar sons e estes nos fazem recordar momentos, pessoas, lugares, juntamente com a expressão de sentimentos, emoções, enfim, nos envolvem emocionalmente.
Durantes as aulas, lemos, assistimos e refletimos sobre os cuidados com a voz, sendo que o cigarro, infecções, ressecamento, álcool, irritantes químicos, etc., são alguns inimigos. Também, foi enfatizado o aquecimento vocal e a grande importância com os pequenos sinais que a voz nos dá e não observamos.
            Durante as aulas presenciais aprendi muitas músicas com a professora e colegas, sendo que coloquei em prática no cotidiano escolar e as crianças adoraram. Exemplo: a  música do Tatu, chocolate, baião, entre outras. Assim, me ajuda bastante nas atividades com a turma do Maternal I, sendo para organizar os ambientes, para descontrair, ensinas letras e números, hora do lanche, enfim, está presente sempre.

Este ano, na E.M.E.I. Nostri Bambini, obtivemos um grande passo, ou seja, foi contratada uma professora de música que realiza os trabalhos uma vez por semana. Assim, quando os alunos a enxergam logo ficam eufóricos e querem tocar o violão. 


quarta-feira, 22 de junho de 2016



LIBRAS, Lei e Realidade


Imagem retirada da Internet
         A lei 10.436 garante o tratamento adequado aos portadores de deficiência auditiva e também a inclusão do ensino de LIBRAS nos cursos de formação de Educação Especial, Fonoaudiologia e aos cursos de Magistério.  Assim, penso que a lei foi um grande avanço, porém insuficiente. Digo isso, pois não temos acesso a LIBRAS como deveria ser, ou seja, para atender as necessidades de um aluno surdo, por exemplo.

Na minha escola, na cidade de Vila Flores, não tem nenhum profissional com Libras e assim pergunto-me: Se tivéssemos uma criança surda? O que faríamos? Como a criança se sentiria? É justo isso?  A partir da lei é garantido LIBRAS para os deficientes auditivos, mas a realidade não é essa, então as ações do decreto não se tornam efetivas. 

terça-feira, 21 de junho de 2016

POEMA: As Borboletas-Vinicius de Morais

Na interdisciplina de Literatura Infanto Juvenil escolhemos um poema e desenvolvemos um plano de aula, sendo que optei por fazer “As Borboletas” de Vinicius de Morais.
Quando iniciei as atividades instigando o conhecimento prévio dos alunos, percebi que ficaram curiosos e empolgados com a proposta. Todos disseram que já tinham visto as borboletas, que gostaria de ter uma em casa e a maioria disse que eram das cores vermelhas e amarelas. Referente ao nome surgiu alguns, sendo: borboletinha, Maria, profe, entre outros.
Contei o poema e conforme ia lendo as cores eles iam mostrando. Também, imitaram as borboletas voando.
Após, iniciamos as atividades de pintura, fazer bolinhas de papel e colagem, sendo que os educandos gostaram de pintar com canetas esferográficas, pois é uma novidade e também, se divertiram em colar as bolinhas de isopor. Notei que o material diverso chama mais a atenções e envolve no bom desempenho.

Como forma de expor a atividade, decoramos o corredor de entrada da sala de aula. Assim, foi apresentado o poema em folhas coloridas e em seu redor as borboletas feitas pelas crianças. Ficou lindo e muito construtivo, pois alunos de outras turmas passavam e ficavam olhando curiosos. Percebi que trabalhar com o poema cativou e construiu novas aprendizagens em todos e assim, a leitura e literatura começam a fazer parte do cotidiano de cada um. Através do lúdico, as crianças dão significado e passa-se a ser prazeroso. 

segunda-feira, 20 de junho de 2016

“Sou surda e não sabia”.
Imagem retirada da internet
Na aula de LIBRAS assistimos o  documentário “Sou surda e não sabia” sendo que este, chocou-me de imediato e após refleti muito sobre o tema. Percebi a negação da sociedade frente ao deficiente até o momento que Sandrine encontrou uma amiga que era surda e sentiu-se integrante daquele meio.
 Também, podemos ver todo o sofrimento de Sandrine na sua infância e adolescência e da aceitação da deficiência primeiramente da sua família e após a sociedade.
Outro ponto do filme que me chamou a atenção foi referente as escolas, sendo que, quando Sandrine entrou em uma escola Bilíngue reconheceu-se no seu mundo.

A partir disso, as s escolas bilíngues de surdos são locais de construção de conhecimentos para tornar o cidadão verdadeiro, conhecedores e cumpridores de seus deveres e defensores de seus direitos. 

sexta-feira, 17 de junho de 2016


O que evoluí?
Percebemos diariamente a evolução dos alunos, ou seja, descobrem cores, letras, palavras, expressões, sons, etc., seja através dos estímulos, da musica, dos jogos, do corpo, entre outros.
            A partir disso, pensei em comparar uma pintura de uma criança que esteve na turma do Maternal o ano passado e devido à idade permanece este ano.
            O aluno G.P. possui atualmente 2 anos e 10 meses, assim, podemos ver nitidamente o seu avanço. Assim, pinta com um traço mais firme, enfatiza algumas partes do desenho, tenta pintar no traçado, entre outros.
Segue as fotos dos desenhos:
ANTES:


DEPOIS:





terça-feira, 14 de junho de 2016

Brincadeiras
            Às vezes, ouvimos a seguinte frase: Por que brincar?
            E a resposta é algo simples, brinca-se pelo prazer. A brincadeira permite operações simbólicas e constitui inteligência no indivíduo, sendo que possui as próprias regras. Cada fase do desenvolvimento aprimora a capacidade criativa e lúdica, adquirindo novas possibilidades, sendo que nós professores temos que potencializar, cultivar e facilitar.

As fotos acima descrevem a produção da geleca, ou seja, realizamos na turma do Maternal I, sendo que eles adoraram participar e também brincaram muito.  Foi enfatizado os objetivos referente a sensação de sentir a textura, a motivação em descobrir a cor, os movimentos para que a geleca não caísse, o trabalho em equipe, entre outros.   
    O ato de brincar desempenha um papel fundamental no desenvolvimento da criança, 
na subjetividade e nas produções humanas em geral. 
          A partir do jogo, as crianças capturam o olhar de mundo que as cercam, interagem 
com os objetos, resolvem problemas, criam seus próprios significados e desenvolvem 

comunicação.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Na cozinha com a Nona
“O projeto “Na Cozinha com a Nona”, em Vila Flores realizado dentro da programação do dia do vinho foi um sucesso. O cheiro gostoso de quitutes como grostoli (cueca virada), pombinha, biscoitos e bolinhos de chuva fizeram parte dos pratos ensinados pela nona às crianças da Rede Municipal de Ensino do município.
O município iniciou o projeto realizando no dia 19 de maio uma palestra com o nutricionista Cláudio Dias de Oliveira, para explicar qual a importância do suco de uva integral e natural que é servido na alimentação das crianças da rede municipal.
O projeto, que é coordenado pela Secretaria de Turismo juntamente com a Secretaria de Educação e Cultura em parceria com as escolas municipais Nostri Bambini e Doze de Maio, tem por objetivo promover a cultura, fomentando o interesse e ensinando a culinária dos colonizadores do município às crianças.
Quem ensina a gastronomia às crianças são as legítimas nonas, “convidamos algumas senhoras, avós, do nosso município, que prontamente aceitaram o convite, acreditando na importância dessa iniciativa”, afirmou a diretora da E.M.E.I Nostri Bambini, Solange R. Tessaro.
          Nona significa avó em italiano, e ninguém melhor indicado que a avó para ensinar crianças a cozinhar, afinal é sempre ela que faz aqueles pratos tão especiais, que a gente nunca esquece.”

Retirado do site: https://www.facebook.com/prefeituravilaflores/?pnref=story

Assim, o projeto descrito acima foi realmente um sucesso, sendo que tanto as crianças como as nonas, adoraram o momento da troca cultural e o encontro.

As nonas e nonos correspondem um papel muito importante no crescimento dos seus netos, sendo através do auxílio com seus filhos a reconhecerem-se como pais, permitindo-lhes transitar nessa nova etapa. Assim, os avós tem a possibilidade de aproveitar os netos de forma mais relaxada, já que não possuem tanta responsabilidade na sua criação. 
Quem quiser conhecer um pouco mais do projeto, segue o site da prefeitura:
https://www.facebook.com/prefeituravilaflores/?fref=ts

sábado, 11 de junho de 2016

Língua, LIBRAS e o Educador

imagem retirada da internet

Segundo Saussure (1991) a língua é um aspecto social da linguagem, pois, é compartilhada entre os falantes de uma comunidade linguística e é compreendida como um sistema complexo de regras abstratas e composto por elementos significativos entre si.

Assim, a língua é uma propriedade coletiva e não individual, só tem razão de existir se for compartilhada. Daí a importância de reconhecer a existência de uma comunidade linguística de surdos para que se reconheça também a língua utilizada por ela.
A escola e o educador tem papel fundamental em disseminar informações à sociedade, portanto, conhecer aspectos auditivos, a aquisição e o desenvolvimento de linguagem é necessário para que o professor possa também conhecer e encaminhar o aluno a avaliação diagnóstica, juntamente com a elaboração de um planejamento de ensino de qualidade.
Conhecer LIBRAS  implica o contato com a comunidade surda, juntamente com a interação com os usuários da língua em si

quarta-feira, 8 de junho de 2016


Projeto de Ensino:
·         O professor escolhe o tema, assim, não oportuniza a tomada de decisão a partir do aluno;
·         Foca os conteúdos do currículo;
·         Regras impostas pelo sistema, sendo que os alunos as seguem;
·         Transmite conhecimento;
·         Professor apenas repassa o conhecimento;
·         O aluno recebe as regras e as cumpre.

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Projeto de Aprendizagem:
·         Parte do aluno a tomada de decisão e com isso, parte dos conhecimentos prévios e da sua interação com o meio;
·         Estimula a curiosidade, desejo, vontade do educando;
·         Trabalho em grupo e as decisões são coletivas;
·         Constrói conhecimento;
·         Professor como estimulador e orientador da pesquisa;

·         O aluno participa ativamente na construção do saber. 


terça-feira, 7 de junho de 2016

O jogo na prática


         Na aula de Ludicidade fomos desafiadas a executar um jogo sendo que escolhi: Onde estará o objeto?
A atividade desenvolve-se na seguinte maneira: O Animador deverá ter três potes iguais e não transparentes e uma bolinha. Inicia o jogo perguntando? Será que você descobre onde está a bolinha? Então mostra pra criança em qual pote escondeu-a e em seguida embaralha os potes, que estarão de cabeça para baixo. E questiona, você sabe onde está?
Realizei a atividade com quatro alunos da turma do Maternal II, da faixa etária de 3 a 4 anos e fiquei impressionada com a concentração e o olhar deles na lata. Logo informavam o local em que a bolinha estava e ficavam empolgados ao perceberem que tinham acertado.

Penso que atingi os meus objetivos, sendo que despertou a concentração, a aceitação das regras e o respeito, pois cada um esperava a sua vez, entre outros. Também, ajudavam-se entre si e aplaudiam os colegas.

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Fala Infantilizada
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Há vários dias que observo a fala de um aluno da turma do Maternal I, sendo que  ele possui 2 anos e meio e possui a fala infantilizada ou seja, troca as letras, por exemplo: boboleta no lugar de borboleta.
 A partir disso, conversei com a fonoaudióloga da escola e solicitei algumas dicas para ajudar o desenvolvimento do processo da fala, sendo elas:
1.    Falar em forma lenta e correta;
2.    Sempre falar olhando para a criança, de preferência na mesma altura    que ela;
3.    Não corrigir demais e sempre reforçar o modelo correto de maneira positiva;
4.    Ajudar a criança a verbalizar o que ela quer, em vez de gesticular;
5.    Estimular sempre, entre outros.
A evolução da linguagem depende de estímulos externos e das características de cada criança. Assim, a importância de falar corretamente, pois a linguagem infantilizada até pode ser engraçada, mas prejudica a memória auditiva da criança de quem está aprendendo a falar e até mesmo escrever.

Portanto, não contribui para a evolução da linguagem, sendo que os pais e professores devem ficar atentos aos fatores que realmente contribuem para o desenvolvimento da linguagem oral.