quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Altas Habilidades
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Lendo o texto “Um olhar sobre as altas habilidades: construindo caminhos” podemos refletir sobre os alunos com altas habilidades e suas particularidades. A partir disso, vários fatores me chamaram atenção, especialmente no fator que o indivíduo pode ser mais desenvolvido em uma área comparado com outra, sendo que aparece quando alguma das capacidades humanas se desenvolve mais que as outras.
Assim, é necessário tomar as medidas educativas necessárias e fazer os encaminhamentos, criando condições educacionais apropriadas. Com isso, pode favorecer o ensino individualizado e combinar os alunos que possuem altas habilidades de modo mais flexível, atendendo o objetivo real da inclusão.
Também, o aluno com altas habilidades precisa ser comparado com os outros que o cercam na comunidade, visto que não influencia a cultura e o meio em que está inserido. Assim, diferem-se no modo de agir, raciocinar e reagir.

Nunca tive contato na sala de aula com educandos com altas habilidades, porém penso que o professor precisa ter sempre “uma carta na manga” para ajudar e incentivar ainda mais no seu desenvolvimento. 

sábado, 11 de novembro de 2017

À sombra desta Mangueira- Paulo Freire

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A natureza humana constitui-se social e historicamente. Com isso, somos seres inacabados, abrindo a possibilidade de buscar o saber permanentemente e assim, nós indivíduos nos educamos.
Também, a curiosidade estimula a compreensão e a possibilidade de conhecermos o mundo, sendo que estamos permanentemente disponíveis a indagação: seres de perguntas.  Com isso, para refletir teoricamente sobre a minha prática, precisamos que a nossa curiosidade se faça epistemologicamente.

A partir do texto, percebemos que o papel do professor protagonista é desafiar a curiosidade ingênua do educando, com o objetivo de estimular a sua criticidade. O autor diz que, a formação permanente dos educandos obedecerá às regras da prática educativa bancária e assim, trará resultados concretos de uma política pedagógica, baseado em um tratamento digno para os profissionais. 

sábado, 4 de novembro de 2017

          Autismo e Inclusão Escolar

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         Lendo o texto “Competência Social, Inclusão Social e Autismo: Revisão crítica da literatura” de Siglia Pimentel Hoher Camargo e Cleonice Alves Bosa podemos pensar e refletir sobre o Autismo e a Inclusão Escolar, sendo que o primeiro é o desenvolvimento atípico na interação social e comunicação, sendo que restringe as atividades e interesses.
          Assim, a inclusão escolar pode ser uma oportunidade para o autista conviver com crianças da mesma faixa etária, constituindo conhecimento através do espaço e do desenvolvimento social. As interações proporcionam trocas de experiências, ideias, papéis, etc, sendo que surge o contato, as regras, a resolução de conflitos, o diálogo, entre outros, fundamentos essenciais para a  interação da criança autista.
            Logo que iniciei na Educação Infantil, tive um aluno com sinais de uma criança autista, sendo que se isolava facilmente, não gostava de barulho, sendo que quando tinha tapava os ouvidos, gritava em determinados momentos, etc. Porém, naquela época apenas encaminhamos para a psicopedagoga e nada mais foi feito. Atualmente não tenho mais contato com a criança, pois já frequenta outra escola. Durante a leitura lembrei-me deste caso, sendo que até hoje não sei se era autismo ou apenas uma fase do seu desenvolvimento.