terça-feira, 4 de dezembro de 2018


Reflexões das reflexões
imagem retirada da internet
Finalizo as minhas reflexões sobre as minhas primeiras postagens do blog, sendo nos anos de 2015 e 2016.
A partir disso, foi um momento gratificante e de percepção quanto a minha evolução como pessoa e profissional. Por isso, cabe a nós professores, sempre realizarmos uma reflexão sobre o nosso papel e como atuamos em sala de aula. Assim, podemos nos avaliar e modificar-nos.
Segundo Jean Piaget “O principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que outras gerações fizeram.”


  • 10ª Reflexão

Postagem 11 de maio de 2015: “Meios Tecnológicos.”

Selecionei essa postagem por retratar a minha trajetória tecnológica no curso de Pedagogia, sendo que sempre gostei de descobrir novos programas e trabalhar com os meios tecnológicos.  Escrevi o seguinte trecho: “Assim, sempre gostei muito de navegar na internet e me desafiar com novos programas. Por outro lado, o novo sempre assusta, e fui vencendo etapas: Pbworks coletivo, Pbworks individual,  Moodle, blog e vários outros acessos.”
Posso garantir que o Pbwork não me assusta mais, muito pelo contrário, adorei registrar o meu estágio nesse espaço e está me ajudando muito na construção do relatório. Assim, os conhecimentos adquiridos na área da computação podem melhorar a vida das pessoas, desde as crianças, no desenvolvimento cognitivo, quanto aos adultos na criação de soluções inovadoras e criativas.
O Pensamento Computacional pode estimular a alfabetização digital, a melhor organização dos pensamentos, resolução e a detecção de problemas, entre outros. Por isso, todos nós deveríamos ser estimulados desde cedo nesta habilidade, favorecendo assim a compreensão do mundo tecnológico. A Sociedade Brasileira de Computação (SBC), por também entender a importância do ensino de computação, elaborou um documento que discute referenciais de formação em Computação para a Educação Básica, tratando das competências e habilidades a serem trabalhadas desde a Educação Infantil até o Ensino Médio (SBC, 2017). 

9ª Reflexão: Pensar antes de agir

Postagem 04 de dezembro de 2015: “Novas aprendizagens.”



Nessa postagem retrato a minha atuação e um pouco da minha personalidade, sendo que muitas vezes falava e não media as consequências, sendo que o curso estava me ajudando.
Agora voltando e analisando, acredito que com o passar do tempo nós vamos mudando e melhorando, sendo que trabalhar com a Educação Infantil é uma constante aprendizagem e que necessitamos obrigatoriamente trabalhar em grupo e em rede, visando o bom andamento e desenvolvimento das crianças.
Também, aprendi a “sentar no chão” e brincar, imaginar e fazer de conta. Aprendi que quem comanda o “espetáculo” não sou eu, e sim as crianças. Aprendi a ser persistente e levar a criança muitas vezes no banheiro para desfraldar. Aprendi que não sou apenas uma professora e sim que faço parte da vida deles.
Enfim, aprendi muito.
Através disso, acredito que o curso de Pedagogia me ajudou e me desacomodou inúmeras vezes. Hoje volto ao blog e vejo o quando mudei para o melhor.
Que maravilhoso refletir sobre isso e ver os nossos avanços.


  • 8ª Reflexão: Brincar


Postagem 04 de dezembro de 2015: “Caramba Carambola o Brincar tá na Escola



Selecionei essa postagem por dois motivos:
1.    A relevância no ato de brincar;
2.    Poderia ter desenvolvido mais essa postagem.
Logo que eu li, pensei: Por que eu não desenvolvi mais, visto que é um tema muito importante e de grande abrangência?
Concordo com a postagem, sendo que falo da importância de brincar, mesmo sendo brinquedos simples e também que através das brincadeiras podemos criar a interação entre aluno e professor. Outro fator relevante é que relaciono o tema com a turma em que estava atuando naquele ano. Segundo Emília Ferreiro “É importante oferecer a criança ambientes agradáveis onde se sinta bem e a vontade, pois a criança deverá se sentir como integrante do meio em que está inserida”. http://ludicidade-e-educao.blogspot.com (FERREIRO 1998). Assim, a sala de aula deve ser um desses ambientes agradáveis, juntamente com os outros locais que a criança circula.
Para Kischimoto (2002), uma característica marcante na infância é a grande intensidade da atividade motora e da fantasia que acontece nesta etapa, permitindo à criança reconhecer e controlar progressivamente o próprio corpo, ampliando suas possibilidades de interação com o meio que a cerca.
Lendo essa citação acima, lembrei-me da minha turma do Maternal, sendo que eles vivem intensamente o ato de brincar e interagir com o meio. Gostam de brincar com os brinquedos “tradicionais (bonecas, carrinhos, jogos, etc.), mas também amam a areia, a brita, as folhas, a terra, as sucatas, as fantasias, entre outros.

  • 7ª Reflexão: Contexto Escolar


Postagem 10 de outubro de 2016: “Pertencer ao contexto escolar”





Falar em contexto escolar nos remete a escola e todos que estão a sua volta e que interagem com ela. Por isso, é um tema essencial no desenvolvimento da criança, visto que influencia na sua aprendizagem.
Assim, continuo concordando como a postagem realizada em outubro de 2016, onde falo a importância e também da diferenciação entre ver e enxergar. “Para aqueles que estão vendo dizem que as crianças estão apenas brincando (...). Porém, para aqueles que estão olhando percebem que as crianças estão construindo novos saberes. (...)
Esse trecho é muito reflexivo ao meu olhar, visto que para muitos as crianças vão à Escola de Educação Infantil apenas para ficar até o momento dos pais buscarem. Mas, não ocorre apenas isso, muito pelo contrário. Lá elas aprendem a dividir, ser independentes, a socializar com novas crianças, a descobrirem novos ambientes, a superarem as dificuldades, a esperarem a sua vez, a terem limites (muitas vezes não obtendo isso em casa), entre inúmeras outras aprendizagens. 
Para Freud (1973) aspectos extremamente significativos de nosso desenvolvimento pessoal e emocional são determinados durante os primeiros sete anos de vida, desse modo práticas inadequadas na educação das crianças resultarão em prejuízos para o seu comportamento quando adulto.

  • 6ª Reflexão: Alfabetização na Educação Infantil

Postagem 11 de novembro de 2015: “Alfabetização”




Escolhi essa postagem por retratar a alfabetização na Educação Infantil e também por referenciar a autora Emília Ferreiro. Assim sendo, continuo com o mesmo pensamento que essa postagem e acredito que a alfabetização seja um momento muito importante e delicado na vida da criança. Por isso, o professor é uma peça fundamental, sendo ele o incentivador e acolhedor.
Na postagem digo “Ressaltamos a percepção que cada criança possui o seu momento para se alfabetizar, e assim, devemos tranquilizar e explicar aos pais o quanto essa etapa é importante na aprendizagem da criança.”
Esse trecho é de suma importância, visto que cada criança possui a sua individualidade e o seu momento. Assim, os pais e professores necessitam entender e não comparar com os demais colegas ou irmãos. Segundo Ferreiro (1996, p.24) “O desenvolvimento da alfabetização ocorre, sem duvida, em um ambiente social. Mas as praticas sociais assim como as informações sociais, não são recebidas passivamente pelas crianças.”.

FERREIRO, Emilia. Reflexões Sobre Alfabetização. São Paulo: Cortez, 2000. 104p