segunda-feira, 27 de maio de 2019


10ª Reflexão
Postagem 6 de setembro de 2018: “Estágio: Planejamento”



Falar em planejamento nos remete ao nosso cotidiano escolar e a atuação em ser professor. Na postagem passada me referi ao planejamento em relação ao estágio, onde relatava os meus sentimentos e dúvidas naquela situação de prática e de direcionamento curricular.
Assim, escrevi: Também, é necessário pensar e elaborar os conceitos básicos (objetivos, justificativa, temática, estratégias, localização, recursos e avaliação) pensando sempre no desenvolvimento do educando.
Com isso, creio que o aluno deve ser pensado e refletido muito na execução do planejamento, juntamente com os conhecimentos prévios, o meio em que vive, o meio social, a região, etc.  Como já se referia Rodrigues (2011, p. 32) “planejamento é um processo constante através do qual a preparação, a realização e o acompanhamento se fundem, são indissociáveis.”




9ª Reflexão
Postagem 13 de junho de 2018: “Avaliar? Como? Por quê?”



Selecionei essa postagem em virtude da importância do ato de avaliar no nosso cotidiano escolar e também pessoal. Assim sendo, somos avaliados o tempo todo na nossa vida, sejam através de vestibulares, concursos, entrevista de emprego, trabalhos, meio social, entre outros. No âmbito educacional também avaliamos e somos avaliados. Acredito que seja uma oportunidade de saber como está o nosso trabalho e o que necessitamos melhorar e aprimorar.
Porém, creio que a maior questão é frente aos alunos, ou seja, o que avaliar, como, por quê?  Assim, sempre me questiono se estou sendo justa. Na postagem passada, escrevi “discente deve ser visto como um ser único e não no coletivo, com o seu próprio desempenho e desenvolvimento juntamente com vários instrumentos avaliativos.      
Assim, contínuo com a mesma opinião, onde devemos ver o aluno individualmente e realizar uma avaliação continua. Segundo Jussara HoffmannA avaliação é a reflexão transformada em ação, não podendo ser estática nem ter caráter sensitivo e classificatório”. 



8ª Reflexão
Postagem 02 de maio de 2018: “Modalidade EJA




A modalidade EJA é constituída por um público alvo diferente do tradicional, como já diz o nome, Educação de Jovens e Adultos. Assim, enfoca dois tipos de alunos, ou seja, aqueles que não tiveram a possibilidade de estudar na idade certa ou aqueles que estão no ensino regular, porém fora da faixa etária devida.
Escrevi naquela postagem o aluno da EJA é constituído por uma bagagem cultural e um conhecimento prévio muito grande, devido à experiência de vida e o amadurecimento”. Assim, as aulas precisam estar bem planejadas e de acordo com esse público, juntamente com seus interesses e relacionando a teoria com a prática.
Hoje, como professora de Ensino Fundamental, vejo a EJA como uma forma de incentivar os alunos que estão fora da faixa etária, sendo uma possiblidade de “atingi-los” através do conhecimento e de um futuro melhor.  Enfim, é uma oportunidade para ampliar seus conhecimentos.


7ª Reflexão
Postagem 25 de abril de 2018: “Pedagogia Relacional”





A postagem desse dia retrata a Pedagogia Relacional onde o aluno aprende através com a interação, sendo que o professor “defende que tudo o que o aluno construir serve como base para continuar o processo do conhecimento.”
Também, escrevi o seguinte trecho: “Aprendizagem é uma construção, ação e tomada de consciência, sendo que ambos (Professor-Aluno) aprendem mutuamente, assim, é o oposto da “folha de papel em branco”, pois o aluno já nasce com uma herança biológica. Piaget diz que o conhecimento tem início quando o recém-nascido age, assimilando alguma coisa com o meio físico ou social, provocando perturbações.”
Através disso, continuo com o mesmo posicionamento, sendo que a aprendizagem realmente é uma construção e ambos os lados aprendem e ensinam. Sabemos que, todos nós temos conhecimentos prévios e de mundo, e estes, colaboram na nossa formação.
Outro fator evidente é que aprendemos deste o nascimento e a tempo todo. Assim, são fundamentais os estímulos que recebemos para evidenciar as nossas competências e habilidades.  

quarta-feira, 22 de maio de 2019



6ª Reflexão
Postagem 19 de março de 2018: “Quem ousa ensinar, nunca deve parar de aprender”. Jonh Cotton Dana



Essa postagem é muito importante para mim, visto que o tema se refere em aprender. Acredito fielmente que devemos estar em constante aprendizagem, visto que somos educadores e precisamos nos envolver com as mudanças e avanços em diferentes segmentos. As gerações mudam e evoluem e nós educadores, devemos acompanha-las, sendo nas músicas, na tecnologia, no entretenimento, na compreensão da estrutura social, entre outros.
Nessa postagem refiro-me a tecnologia e o uso, como vemos: “Com todo esse envolvimento a tecnologia funciona como ferramenta no ensino-aprendizagem, onde desenvolve as habilidades e competências, cria relações com o mundo, estabelece vivências e novos saberes, entre outros.”
Assim, continuo com o mesmo ponto de vista e cabe a cada um de nós fazermos a nossa parte, tanto no aperfeiçoamento como na sala de aula. Como diz Silva (1991) “A atualização do professor não visará somente ao conhecimento psicopedagógico e ao conhecimento do conteúdo específico. O professor independente da disciplina que ensina, deverá refletir sobre os fenômenos filosóficos, políticos e econômicos. Justifica-se dizendo que uma nova sociedade não nasce de conhecimentos que competem entre si, mas sim de uma visão da totalidade dos fenômenos sociais. Assim, deve-se buscar a atualização profissional para o exercício do magistério”.




5ª Reflexão
Postagem 24 de março de 2018: “Evolução da tecnologia na minha trajetória educacional



 Nesta postagem retratei um pouco dos avanços tecnológicos comparando com a minha trajetória desde a Educação Infantil, Ensino Médio e no cotidiano universitário.  Naquele momento escrevi: “Nunca tinha pensado no quanto a tecnologia avançou durante a minha trajetória educacional, sendo que realizando a atividade de Educação e Tecnologia da Comunicação e Informação pude notar e refletir. Acredito que essa evolução trouxe muitos benefícios e facilidades, sendo através da internet, das redes sociais, das plataformas, etc. Com certeza, irá evoluir muito ainda!”
Hoje, passado um pouco mais de uma ano, acrescentaria a atuação como professora, visto que a tecnologia nos auxilia muito no planejamento, na divulgação, na troca de experiências, no aperfeiçoamento, entre muitos outros benefícios.  Também, facilita os meios de executar as aulas, ou seja, podemos utilizar plataformas digitais, slides, vídeos, etc. como um ferramenta de construção de conhecimento.
Volto na mesma frase que escrevi na primeira postagem: “Com certeza, irá evoluir muito ainda!” E seremos beneficiados por isso.

terça-feira, 21 de maio de 2019

4ª Reflexão 
Postagem 22 de novembro de 2017: “Altas Habilidades”


Essa postagem foi separada em virtude de me desacomodar e me frustrar um pouco. Falar em altas habilidades nos remete em proporcionar aos educandos superdotados um ambiente onde sua competência e habilidade se desenvolva ainda mais. Esse local compete na sala de aula.
Porém, hoje me questiono se seria possível esse ambiente. Ou, será que estou preparada? Segundo a postagem “é necessário tomar as medidas educativas necessárias e fazer os encaminhamentos, criando condições educacionais apropriadas. Com isso, pode favorecer o ensino individualizado e combinar os alunos que possuem altas habilidades de modo mais flexível, atendendo o objetivo real da inclusão.”
Acredito que este seja um longo caminho a ser percorrido e melhorado, sendo que as altas habilidades realmente atinjam os objetivos esperados.




3ª Reflexão
 Postagem 11 de novembro de 2017: “À sombra desta Mangueira- Paulo Freire”



Selecionei essa postagem, pois não fiz nenhuma intervenção como educadora e sim apenas como leitura. Segundo essa postagem, o texto À sombra desta Mangueira de Paulo Freire, “retrata que somos seres inacabados, abrindo a possibilidade de buscar o saber permanentemente e assim, nós indivíduos nos educamos.”
Através disso, podemos relacionar como o nosso cotidiano em sala de aula, onde devemos respeitar a individualidade de cada educando e o seu tempo, seja na alfabetização, nas habilidades motoras, emocionais, sociais, etc. Enfim, estamos em processo constantemente, aprendendo e ensinando ao mesmo tempo.
Também, separei essa postagem por ir ao encontro da escrita do meu TCC, tendo como tema “O papel do professor na proposição de atividades pedagógicas orientadas que possibilitem a aprendizagem na criança pequena”.  Segundo a publicação A partir do texto, percebemos que o papel do professor protagonista é desafiar a curiosidade ingênua do educando, com o objetivo de estimular a sua criticidade. O autor diz que, a formação permanente dos educandos obedecerá às regras da prática educativa bancária e assim, trará resultados concretos de uma política pedagógica, baseado em um tratamento digno para os profissionais”.
Por ter essa inquietação resolvi desenvolver o tema e tentar mudar e melhorar o dia a dia escolar. Sendo então, uma educadora que desafie seus alunos, fazendo com que eles ampliem seus pontos de vista e posicionamentos, junto a mim. Já dizia Freire (1987), no livro Pedagogia do oprimido: “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”.

terça-feira, 14 de maio de 2019


2ª Reflexão
 Postagem 21 de outubro de 2017: “Leitura na Educação Infantil”



Selecionei essa postagem em virtude da importância da leitura na Educação Infantil e em todas as etapas da Educação. Nesta reflexão, retratei o tema acima me baseando em uma atividade de Filosofia da Educação, onde conta a história da “ A Joaninha Diferente”.
Nessa postagem, refiro-me que um dos principais objetivos de contar história é o da recreação e através delas podemos enriquecer as experiências infantis, desenvolvendo diversas formas de linguagem, ampliando o vocabulário, formando o caráter, desenvolvendo a confiança na força do bem, proporcionando a ela viver o imaginário.
Assim sendo, continuo com a mesma opinião e agora com o público-alvo sendo estudantes de Ensino Fundamental acrescento que a leitura é indispensável, sendo no aperfeiçoamento de temas, ampliação do saber, posicionamento argumentativo, defesa de diferentes pontos de vista, compreensão, entre outros.
Através da leitura vivenciamos e conhecemos outros lugares, pessoas, opiniões e aspectos fundamentais na formação de cidadãos críticos, atuantes e pensantes na sociedade em que estamos inseridos.

terça-feira, 7 de maio de 2019


  • 1ª Reflexão

 Postagem 02 de setembro de 2017: “Inclusão”




Hoje inicio as minhas reflexões sobre as postagens referentes aos quatro últimos semestres, sendo que algumas mudanças ocorreram na minha vida. Estou atuando como professora de Língua Portuguesa, na escola Irmão Jerônimo, na cidade de Veranópolis e não mais na Educação Infantil. Por isso, o meu enfoque será tanto no Ensino Fundamental como na Educação Infantil.
Separei a postagem do dia 02 de setembro de 2017, sendo esta referente à inclusão. Nela retrato o vídeo ”História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil” onde é enfocado a luta diária pelos direitos das pessoas com deficiência.
No decorrer da escrita falo dos avanços, a aceitação da família, da escola, da “ falsa inclusão” e finalizo com as seguintes questões e reflexão
“E se pensarmos nas escolas? Será que estamos Incluindo ou Excluindo? Acredito que estamos incluímos na maioria das vezes, porém excluímos, ou seja, na falta de profissionais ou estes despreparados, material de apoio insuficiente ou precário, falta de estrutura física, entre outros.  Cabe uma grande reflexão nisso e também penso que seja um reflexo da nossa sociedade.
Assim sendo, continuo com a mesma opinião e defesa. Agora, trabalhando com o Ensino Fundamental tenho 3 alunos inclusos, sendo que a Escola direciona uma grande atenção a construção de aprendizagens e também de convívio social. Todos possuem monitoras e acompanhamento do grupo de atendimento especializado. Outro fator importante é a disponibilidade em ajudar o professor nas dúvidas, nas atividades adaptadas, no fornecimento de material, entre outros.
Por isso, creio que estamos fazendo literalmente a inclusão, pensando no bem-estar do aluno e da construção do conhecimento junto ao professor. Enfrentamos dificuldades, porém estamos tentando melhorar com o passar do tempo.