terça-feira, 21 de maio de 2019


3ª Reflexão
 Postagem 11 de novembro de 2017: “À sombra desta Mangueira- Paulo Freire”



Selecionei essa postagem, pois não fiz nenhuma intervenção como educadora e sim apenas como leitura. Segundo essa postagem, o texto À sombra desta Mangueira de Paulo Freire, “retrata que somos seres inacabados, abrindo a possibilidade de buscar o saber permanentemente e assim, nós indivíduos nos educamos.”
Através disso, podemos relacionar como o nosso cotidiano em sala de aula, onde devemos respeitar a individualidade de cada educando e o seu tempo, seja na alfabetização, nas habilidades motoras, emocionais, sociais, etc. Enfim, estamos em processo constantemente, aprendendo e ensinando ao mesmo tempo.
Também, separei essa postagem por ir ao encontro da escrita do meu TCC, tendo como tema “O papel do professor na proposição de atividades pedagógicas orientadas que possibilitem a aprendizagem na criança pequena”.  Segundo a publicação A partir do texto, percebemos que o papel do professor protagonista é desafiar a curiosidade ingênua do educando, com o objetivo de estimular a sua criticidade. O autor diz que, a formação permanente dos educandos obedecerá às regras da prática educativa bancária e assim, trará resultados concretos de uma política pedagógica, baseado em um tratamento digno para os profissionais”.
Por ter essa inquietação resolvi desenvolver o tema e tentar mudar e melhorar o dia a dia escolar. Sendo então, uma educadora que desafie seus alunos, fazendo com que eles ampliem seus pontos de vista e posicionamentos, junto a mim. Já dizia Freire (1987), no livro Pedagogia do oprimido: “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”.

Nenhum comentário:

Postar um comentário