3ª Reflexão
Postagem 11 de novembro de 2017: “À sombra desta Mangueira- Paulo Freire”
Postagem 11 de novembro de 2017: “À sombra desta Mangueira- Paulo Freire”
Selecionei essa postagem, pois não fiz nenhuma
intervenção como educadora e sim apenas como leitura. Segundo essa postagem, o
texto “À sombra
desta Mangueira de Paulo Freire, “retrata
que somos seres inacabados,
abrindo a possibilidade de buscar o saber permanentemente e assim, nós
indivíduos nos educamos.”
Através disso, podemos relacionar
como o nosso cotidiano em sala de aula, onde devemos respeitar a
individualidade de cada educando e o seu tempo, seja na alfabetização, nas
habilidades motoras, emocionais, sociais, etc. Enfim, estamos em processo constantemente,
aprendendo e ensinando ao mesmo tempo.
Também, separei essa postagem
por ir ao encontro da escrita do meu TCC, tendo como tema “O papel do professor
na proposição de atividades pedagógicas orientadas que possibilitem a
aprendizagem na criança pequena”.
Segundo a publicação “A partir do texto, percebemos que o papel do professor protagonista é
desafiar a curiosidade ingênua do educando, com o objetivo de estimular a sua
criticidade. O autor diz que, a formação permanente dos educandos obedecerá às
regras da prática educativa bancária e assim, trará resultados concretos de uma
política pedagógica, baseado em um tratamento digno para os profissionais”.
Por ter
essa inquietação resolvi desenvolver o tema e tentar mudar e melhorar o dia a
dia escolar. Sendo então, uma educadora que desafie seus alunos, fazendo com
que eles ampliem seus pontos de vista e posicionamentos, junto a mim. Já dizia Freire (1987), no livro Pedagogia do
oprimido: “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam
entre si, mediatizados pelo mundo”.


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