Escolas Democráticas
imagem retirada da internet
O texto “Escolas Democráticas
Utopias ou Realidade” trabalha na
chamada Teoria Libertária que se caracteriza numa perspectiva baseada na
liberdade e igualdade, eliminando as relações autoritárias no modelo
educacional tradicional. Assim, proporcionam aos estudantes escolherem o que
fazer com o seu tempo, sendo que aprendem por iniciativa. Com esse regime o aluno aprende no seu ritmo
de aprendizagem, sem pressões e assim sabe de suas responsabilidades e tem
consciência dos seus direitos e deveres.
As
salas de aula não são separadas por idades e o professor fica presente na sala
de estudos, onde o aluno deverá ir até ele para esclarecimentos e orientações, mas
apenas quando precisar. A avaliação é realizada de forma continuada a partir da
auto avaliação, dos planos de aula, relatórios e jornais, com publicações das
assembleias (composta por alunos, pais, profissionais da educação e demais
agentes educativos). O professor desempenha o seu papel de mediador das
relações interpessoais e facilitador do descobrimento, sendo que a relação com
o aluno é de parceria, ausente de autoridade.
Um
exemplo da escola democrática no mundo é a Escola da Ponte, sendo fundada em
1970, por José Pacheco, em Portugal. No Brasil, temos duas, estando localizadas
em São Paulo.



