sexta-feira, 27 de abril de 2018


Escolas Democráticas


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O texto “Escolas Democráticas Utopias ou Realidade” trabalha na chamada Teoria Libertária que se caracteriza numa perspectiva baseada na liberdade e igualdade, eliminando as relações autoritárias no modelo educacional tradicional. Assim, proporcionam aos estudantes escolherem o que fazer com o seu tempo, sendo que aprendem por iniciativa.  Com esse regime o aluno aprende no seu ritmo de aprendizagem, sem pressões e assim sabe de suas responsabilidades e tem consciência dos seus direitos e deveres.
As salas de aula não são separadas por idades e o professor fica presente na sala de estudos, onde o aluno deverá ir até ele para esclarecimentos e orientações, mas apenas quando precisar. A avaliação é realizada de forma continuada a partir da auto avaliação, dos planos de aula, relatórios e jornais, com publicações das assembleias (composta por alunos, pais, profissionais da educação e demais agentes educativos). O professor desempenha o seu papel de mediador das relações interpessoais e facilitador do descobrimento, sendo que a relação com o aluno é de parceria, ausente de autoridade.
Um exemplo da escola democrática no mundo é a Escola da Ponte, sendo fundada em 1970, por José Pacheco, em Portugal. No Brasil, temos duas, estando localizadas em São Paulo.


quinta-feira, 26 de abril de 2018


Pedagogia do Comênio

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 Comênio dizia que o professor era o portador do conhecimento e o aluno receptor, porém a Didática Magma dizia que: “A proa e a popa da nossa Didáctica será investigar e descobrir o método segundo o qual os professores ensinem menos e os estudantes aprendam mais”. Também, havia um direcionamento ao Cristianismo, enfocando a preparação para a vida eterna, os graus da preparação para a eternidade, método para incutir a Devoção ou Piedade, entre outros. Com isso, relaciono o poder na Igreja perante o seu povo e a educação naquela época, sendo que tinha como intuito formar Cristãos exemplares com a aproximação a Deus.

Acredito que não encontro nitidamente no meu cotidiano escolar os elementos da pedagogia de Comênio, porém vejo aproximações como a educação para todos e que todos nós ensinamos e aprendemos. Também, Comênio defende a ideia que desde a infância evoluímos ao desenvolvimento, tanto intelectual como espiritual e isso vejo no minha atuação como educadora, sendo que estimulamos o desenvolvimento cognitivo, físico, emocional, etc, desde os primeiros anos de vida, com o objetivo de desenvolver habilidades e competências importantes para a formação do indivíduo.


quarta-feira, 25 de abril de 2018


Pedagogia Relacional

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Lendo os textos da disciplina de Seminário Integrador, especificamente “Modelos pedagógicos e modelos epistemológicos” me deparei com as Pedagogias diretivas, não diretivas e relacionais, sendo que são diferentes na relação aluno e professor. Basicamente irei aprofundar o tema da Pedagogia Relacional, visto que é que mais se aproxima da minha forma de pensar.
A Pedagogia Relacional deixa o aluno explorar e se acredita que o aluno construirá algum conhecimento novo se ele agir e problematizar a sua ação. Assim, ele assimila sobre o material que o professor selecionou como importante e responde a si mesmo as suas acomodações. Também, o professor defende que tudo o que o aluno construir serve como base para continuar o processo do conhecimento.
 Aprendizagem é uma construção, ação e tomada de consciência, sendo que ambos (Professor-Aluno) aprendem mutuamente, assim, é o oposto da “folha de papel em branco”, pois o aluno já nasce com uma herança biológica. Piaget diz que o conhecimento tem início quando o recém-nascido age, assimilando alguma coisa com o meio físico ou social, provocando perturbações.
O sujeito cria um “outro” dentro de si mesmo, por força de sua ação, ou seja, assimilação e acomodação. A inteligência ocorre com o conjunto das estruturas e esquemas de que um organismo dispõe em cada fase do seu desenvolvimento.           Assim todos ensinam e apreendem, avançando ao mesmo tempo e resultando uma construção e descoberta do novo.


segunda-feira, 16 de abril de 2018


Quem faz a escola?

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Métodos? Professor? Aluno? Equipe Diretiva? Pais? ...
O Método Tradicional  visa a educação compartimentalizada, juntamente com a não aceitação das curiosidades dos alunos e suas vivências. Sabemos que o processo ensino-aprendizagem não é construído apenas pelo educador e sua metodologia, e sim, pela participação do educando através do diálogo, da participação efetiva, juntamente com a construção de relações entre todos os envolvidos no processo.
Assim sendo, percebemos o quanto o professor é essencial para incentivar e fomentar a curiosidade do educando. Dessa maneira o seu papel deixa de ter o controle apenas na lista de conteúdos, mas privilegia a busca individual pelo saber e a interdisciplinaridade, obtendo a colaboração com todos, até mesmo professores de outras áreas e de toda a escola.
Acredito que precisamos repensar a escola como um todo, seja através do currículo e de toda a estrutura. Com isso, a Instituição passa a ser um local de produção, onde ocorre a pesquisa, o planejamento, a execução e o ato de avaliar e não apenas de transmissão de cultura e conhecimento.  As experiências vividas na escola podem preparar os indivíduos e suas reais necessidades, sendo que são resultados de suas autorias e de processos participativos.
Assim sendo, penso que quem faz a escola é toda a equipe de envolvidos, porém o que precisamos é que caminhem no mesmo sentido e  colaborem para o bom andamento.