terça-feira, 29 de novembro de 2016

Espaço e Forma
Imagem retirada da internet
Segundo os textos “Espaço e Forma na Educação Infantil” e “Espaço, Forma e Criança defendem a grande importância de trabalharmos as noções espaciais desde a Educação Infantil. A partir disso, a criança constrói através dos sentidos e movimentos, sendo que a geometria relaciona com os volumes, superfícies, linhas, pontos, etc.

No cotidiano escolar, na turma do Maternal I, trabalhamos o espaço e a forma de diferentes maneiras, como: circuitos, movimentos corporais, atividades de organização de sequencia, manuseio e atividades com sucata, temperatura e ambientes (chuva, sol, calor, frio, entre outros.). Também, utilizamos as peças de encaixe, com diferentes formas, espessuras, cores e tamanhos.  

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Fotografia como aprendizagem
Imagem retirada na internet
Ao realizar a organização e seleção das fotos do trabalho de Estudos Sociais juntamente com a leitura e reflexão do texto “A fotografia como objeto e recurso de memória” de Adair Felizardo e Etienne Samain penso que a fotografia é uma importante maneira de ativar nossas lembranças, podendo assim, registrar momentos, pessoas, lugares, fatos, enfim, o nosso cotidiano.
Assim, a memória – individual ou coletiva- é uma recriação do que já foi vivenciado, sendo que a lembrança é a essência da memória. A partir disso, acredito que uma memória organizada por fotos, é uma possibilidade de aprendizado, visto que podemos obter dados, costumes, pessoas, entre outros, que podem nos auxiliar na aprendizagem.

A fotografia é uma memória viva e própria, sendo que através dela podemos descobrir nossa tendência, preservar as lembranças, desde momentos e pessoas, fazendo assim, uma referência da nossa história.
No decorrer da seleção das fotos acima, lembrei-me de acontecimentos, alunos, locais, amigos, instituições, entre outros, sendo que, se não houvesse as fotografias provavelmente não recordaria tão precisamente. Segundo o texto, “fotografar é memória” e por isso, registramos para lembrar o tempo pela qual convivemos. 

segunda-feira, 21 de novembro de 2016


Imagem retirada da internet
Hoje fiquei pensando que tema iria escrever no meu blog, e assim, dei-me conta que não tinha aprofundado um assunto importantíssimo visto este semestre, ou seja, Projeto de Aprendizagem, na disciplina de Seminário Integrador IV.
            A partir do Projeto de Aprendizagem podemos encontrar e debater a solução de problemas e também desenvolver novos conhecimentos a partir dos estudos, pesquisas e interação entre colegas e professores.
Inicialmente definimos as nossas certezas provisórias e dúvidas temporárias e agora estamos desenvolvendo no plano de ação, estratégias e pesquisas para saber se as certezas e dúvidas estão traçadas corretamente.
            Penso que está atividade está sendo muito construtiva, visto que podemos pesquisar, investigar, trabalhar em cooperação, entre outros, e assim, chegar a um consenso sobre nossa própria pergunta, sendo ela:

Com relação aos conflitos na sala de aula, nós professores, devemos interferir ou não?

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Identidade e Representações Sociais
imagem retirada da internet
IDENTIDADE:
  • ·         Resultado de uma construção social e da sua complexidade;
  • ·         A identidade estrutura-se através da inter-relação do indivíduo e do social, assim a nossa identidade está sempre em construção;
  • ·         Segundo Silva (2000) a identidade e a diferença fazem parte de um todo, sendo que fazem parte de um processo de produção social.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS

  • ·         Caráter coletivo, pensando juntos com os mesmos objetivos. Com isso, os indivíduos são seres pensantes e ativos, produzindo e comunicando com suas próprias representações;
  • ·         A representação é construída através da comunicação social e dos diferentes discursos. Ex: A propaganda;
  • ·         A representação social é a manutenção da identidade, isso se dá pela influência da cultura do grupo.

Como as ciências da natureza podem auxiliar na construção de ideias cada vez mais complexas de mundo?



As ciências da natureza podem auxiliar, seja por meio de aulas práticas, resgate dos conhecimentos prévios e de mundo dos alunos, na realização do planejamento das atividades a partir dos interesses e perguntas dos alunos, entre outros.
Assistindo os vídeos, (aula presencial 2- Representação de mundo pelas Ciências Naturais) principalmente “ Ensino de Ciências” onde as crianças vão até a horta e plantam rabanete e assim, descobrem o processo. A partir disso, fiz relação com a plantação de flores na EMEI Nostri Bambini, sendo que cada turma ficou responsável por uma floreira.  Assim, realizamos o plantio e fomos explicando que as flores precisavam de água, terra e luz. Também, precisávamos cuidar e jogar muitos beijinhos.

 Já fazem, aproximadamente 3 meses que as flores estão na entrada externa da escola e os alunos cuidam bastante. Semana passada estava chovendo e fomos “ver a chuva” e uma menina disse: Hoje não precisamos dar água para a flor, pois tem chuva.  Com isso, penso que através do conhecimento de mundo ela fez relação com a ciência, ou seja, as flores estavam sendo regadas naturalmente. 

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

O quê medimos?
imagem retirada da internet
Segundo o dicionário medir significa:
verbo
1.    1.
transitivo direto e intransitivo
determinar ou avaliar por meio de instrumento ou utensílio de medida, ou algo us. como padrão; mensurar (tb. fig.).
"m. uma área com trena"
2.    2.
transitivo direto
avaliar aproximadamente; calcular.
"m. um tamanho com os olhos"

Medir é uma ação cotidiana e também involuntária. Medimos o tempo, para eventos com duração próxima a uma vida,  é muito semelhante com a maneira que medimos o comprimento de um objeto.
        Também medimos pressão arterial, glicose, febre, quantidades desde alimentos até medicamentos, roupas, calçados, distâncias, medidas corporais, entre inúmeras outras coisas.

        Assim, como devemos ensinar os nossos alunos?

        Podemos ensiná-los de várias maneiras, como: Calcular a altura dos colegas e relacionar com o seu tamanho, medir objetos e mobília da sala e confrontar: Qual é maior? Menor? São Iguais? , brincadeiras, jogos, entre outros.
        É na Educação Infantil que as crianças aprendem que medir significa comparar grandezas. Quando esse conteúdo é bem planejado, o rendimento no Ensino Fundamental melhora.




https://www.google.com.br/search?q=o+que+medimos&oq=o+que+medimos&aqs=chrome..69i57j0l5.2388j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8#q=medir

terça-feira, 8 de novembro de 2016


Quebra-cabeça

Desenvolvi a atividade de quebra-cabeça com a turma do Maternal I, com idade entre dois e três anos. Sentamos todos no chão e expliquei que eles iriam montar diferentes quebra-cabeças e que formariam animais.


Percebi que, primeiramente observavam o animal, depois a forma da peça e por fim, tentavam encaixar. Ambos se ajudavam e vibravam quando a figura era formada, porém, na figura do cavalo, onde tinha três peças sentiram dificuldade, ou seja, encaixaram o rabo no meio do animal. Assim, questionei: Que animal é esse? E eles prontamente responderam: Um cavalo. Por quê? E as crianças apontaram para a cabeça. Após esse momento, apontei para a peça no meio, ou seja, a parte do rabo e questionei: O que é isso? O rabo do cavalo. E o cavalo tem o rabo no meio do corpo ou atrás? E responderam: Atrás. Com essa resposta, solicitei que eles olhassem a imagem e encontrassem o erro. Imediatamente, uma menina foi e trocou a peça do lugar e ainda disse: Agola tá certo.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Qual é o tamanho?


Desenvolvi a atividade com a turma no Maternal I, com a faixa etária entre 2 e 3 anos.  Selecionei um lego de madeira onde as peças são de dois tipos, ou seja, quadrados e triângulos, sendo muito utilizado na construção das “casas e telhados”.
            Fiz duas pilhas, uma com mais e outra com menos peças e perguntei: Qual é a maior? E eles apontaram para a pilha que tinha mais peças. Troquei de lado as pilhas e perguntei novamente: E agora, qual é a menor? E eles apontaram para a que tinha menos peças.
Realizei essa atividade várias vezes e com diferentes quantidades, assim, eles prestavam a atenção e participavam ativamente, geralmente fazendo a relação do número com a quantidade.  Em um determinando momento, deixei as duas pilhas iguais e questionei qual era a menor e qual a maior. Alguns apontavam, outros pensavam e um aluno me disse: Pofe, elas são iguais. Assim, expliquei que elas eram iguais, pois tinham a mesma quantidade de peças.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016


Classificação com os blocos lógicos

Deixei que eles brincassem livremente com os blocos lógicos, sendo que adoram construir casinhas, empilhar, manusear, enfim, soltam a imaginação.
 Após esse momento, solicitei que eles classificassem por formas e expliquei, por exemplo: que o quadrado azul era da mesma forma que o quadrado amarelo, e assim por diante.
Fiquei só observando e não influenciei no desenvolvimento da atividade.  Assim, percebi que a aluna classificou os triângulos e os círculos. Fiquei muito contente, mesmo sabendo que alguns tiveram dificuldades e não conseguiram. Dando sequência a atividade, solicitei que eles classificassem por cor, independente da forma.  Observei que neste momento, os educandos conseguiram com maior facilidade e todo o grupo se envolveu
Mágica em sala de aula



Realizei o experimento “Bolsa Mágica” nas turmas do Maternal I (2,5-3 anos) e Maternal II (3-4 anos). Inicialmente pensei em aplicar somente na turma do Maternal I, mas estavam em poucos e acabei unindo com o Maternal II.

Reuni as turmas em uma sala e quando me viram com a bacia e com o saquinho cheio de água ficam empolgados. Iniciei perguntando se eles sabiam o que tinha dentro do saquinho e eles disseram que era água. Novamente questionei se eu passasse o palito (churrasco) no saquinho cheio, será que a água iria sair? Prontamente disseram que sim porque iria fazer um furinho.

Nesse momento, passei o palito e eles paralisaram; continuei colocando os palitos e água não saia. Assim, expliquei que o palito fazia um buraquinho bem certinho no saco de água e por isso, não saia o líquido. E, se tirasse o palito o furinho ficaria aberto e a água sairia. Logo em seguida, tirei o palito e obviamente a água saiu.


Todos levantaram e ficaram em roda da bacia. Assim, falei que eu iria fazer outra fez e eles iriam me ajudar. Enchi outro saquinho, fui coordenando eles e assim, fizeram a experiência. Todos queriam ver se dava certo, uns queriam colocar a mão na água, outros tirar o palito, enfim, foi um sucesso.