quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Altas Habilidades
imagem retirada na internet
Lendo o texto “Um olhar sobre as altas habilidades: construindo caminhos” podemos refletir sobre os alunos com altas habilidades e suas particularidades. A partir disso, vários fatores me chamaram atenção, especialmente no fator que o indivíduo pode ser mais desenvolvido em uma área comparado com outra, sendo que aparece quando alguma das capacidades humanas se desenvolve mais que as outras.
Assim, é necessário tomar as medidas educativas necessárias e fazer os encaminhamentos, criando condições educacionais apropriadas. Com isso, pode favorecer o ensino individualizado e combinar os alunos que possuem altas habilidades de modo mais flexível, atendendo o objetivo real da inclusão.
Também, o aluno com altas habilidades precisa ser comparado com os outros que o cercam na comunidade, visto que não influencia a cultura e o meio em que está inserido. Assim, diferem-se no modo de agir, raciocinar e reagir.

Nunca tive contato na sala de aula com educandos com altas habilidades, porém penso que o professor precisa ter sempre “uma carta na manga” para ajudar e incentivar ainda mais no seu desenvolvimento. 

sábado, 11 de novembro de 2017

À sombra desta Mangueira- Paulo Freire

imagem retirada da internet
A natureza humana constitui-se social e historicamente. Com isso, somos seres inacabados, abrindo a possibilidade de buscar o saber permanentemente e assim, nós indivíduos nos educamos.
Também, a curiosidade estimula a compreensão e a possibilidade de conhecermos o mundo, sendo que estamos permanentemente disponíveis a indagação: seres de perguntas.  Com isso, para refletir teoricamente sobre a minha prática, precisamos que a nossa curiosidade se faça epistemologicamente.

A partir do texto, percebemos que o papel do professor protagonista é desafiar a curiosidade ingênua do educando, com o objetivo de estimular a sua criticidade. O autor diz que, a formação permanente dos educandos obedecerá às regras da prática educativa bancária e assim, trará resultados concretos de uma política pedagógica, baseado em um tratamento digno para os profissionais. 

sábado, 4 de novembro de 2017

          Autismo e Inclusão Escolar

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         Lendo o texto “Competência Social, Inclusão Social e Autismo: Revisão crítica da literatura” de Siglia Pimentel Hoher Camargo e Cleonice Alves Bosa podemos pensar e refletir sobre o Autismo e a Inclusão Escolar, sendo que o primeiro é o desenvolvimento atípico na interação social e comunicação, sendo que restringe as atividades e interesses.
          Assim, a inclusão escolar pode ser uma oportunidade para o autista conviver com crianças da mesma faixa etária, constituindo conhecimento através do espaço e do desenvolvimento social. As interações proporcionam trocas de experiências, ideias, papéis, etc, sendo que surge o contato, as regras, a resolução de conflitos, o diálogo, entre outros, fundamentos essenciais para a  interação da criança autista.
            Logo que iniciei na Educação Infantil, tive um aluno com sinais de uma criança autista, sendo que se isolava facilmente, não gostava de barulho, sendo que quando tinha tapava os ouvidos, gritava em determinados momentos, etc. Porém, naquela época apenas encaminhamos para a psicopedagoga e nada mais foi feito. Atualmente não tenho mais contato com a criança, pois já frequenta outra escola. Durante a leitura lembrei-me deste caso, sendo que até hoje não sei se era autismo ou apenas uma fase do seu desenvolvimento. 

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

As deficiências 
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Lendo o texto “História, conceitos e tipos de deficiência” de Izabel Maior percebe- se a linha do tempo, o conceito e as variações. Assim, na metade do século XX a deficiência era vista como uma incapacidade a ser superada ou também, uma limitação decorrida de uma doença ou acidente.
Já, o conceito de deficiência está sempre em evolução, sendo que o envolvimento da pessoa com deficiência depende da sociedade assumir sua responsabilidade no processo de inclusão, visto que a deficiência é uma construção social.
Também, segundo a autora há 5 tipos de deficiência:
1.    Deficiência física: alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano;
2.    Deficiência Auditiva: Perda bilateral, parcial ou total da audição;
3.    Deficiência Visual: perca total ou baixa visão;
4.    Deficiência mental: funcionamento intelectual inferior à média;
5.    Deficiência múltipla: associado a 2 ou mais deficiências.  
Gostei bastante de ler e refletir sobre esse texto, pois não tenho nenhum nunca tive aluno deficiente. É uma área que sempre me chamou atenção, pois tenho uma prima com paralisia cerebral.


sábado, 21 de outubro de 2017


Leitura na Educação Infantil
direitos reservados a EMEI Nostri Bambini
          Na Atividade de Filosofia da Educação, executei o planejamento sobre a história “A joaninha diferente”, sendo que contei a partir de imagens, pois na escola não tínhamos o livro. Quando iniciei o relatório para postar, fiquei observando as fotos e percebi que as crianças estavam super concentradas na leitura. Assim, essa minha postagem irá retratar um pouco da importância de contar histórias para o público infantil. 
Um dos principais objetivos de se contar histórias é o da recreação e através delas podemos enriquecer as experiências infantis, desenvolvendo diversas formas de linguagem, ampliando o vocabulário, formando o caráter, desenvolvendo a confiança na força do bem, proporcionando a ela viver o imaginário.
Outro fator é a estimulação e o desenvolvimento de funções cognitivas fundamentais para o pensamento, tais como a comparação, o raciocínio lógico, as relações espaciais e temporais.

 A história abre espaço para a alegria e o prazer de ler, compreender, interpretar a si próprio e a realidade.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

ÉTICA E A REALIDADE ESCOLAR

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Lendo o texto “Formação e atuação dos professores: dos seus fundamentos teóricos” de Antônio Joaquim Severino, percebemos que a educação é uma modalidade de ação relacionada à existência do outro. Por isso, é importante a ética e o respeito frente aos outros.

Assim, a ética é uma ação, reflexão e um sentimento do que já se consolidou, sendo que a aprendemos na convivência. Assim,  a Escola Nostri Bambini,  possui 130 crianças, na etapa de Educação Infantil.  Também, possui o quadro de 12 professoras, sendo 9 nomeadas e 3 contratadas através do processo seletivo, 21 auxiliares sendo  7 estagiárias do CIEE, 5 componentes da coordenação pedagógica, 1 secretária, 1 monitora, 5 cozinha/serviços gerais e  4 rede de apoio (nutricionista, psicopedagoga, psicóloga, fonoaudióloga).


Assim sendo, noto que a equipe diretiva e demais funcionários preocupam-se bastante com os alunos, principalmente com os considerados “difíceis” e assim, são acompanhados pela psicopedagoga e psicóloga. Com os acompanhamentos da rede de apoio percebo mudanças e um suporte para nós em sala de aula, sendo que a maioria das vezes é questão de limite ou problemas familiares. 

Também, acredito que seja uma maneira de, nós profissionais, retratarmos as nossas dificuldades e compartilharmos, indo em busca de ajuda e melhorias para os educandos. 
PRECONCEITO E DIVERSIDADE

Imagem retirada da internet

Hoje realizando as atividades das disciplinas de Questões Étnicos-Raciais, Filosofia e Seminário Integrador VI, refleti um pouco mais sobre o preconceito e a diversidade em sala de aula. Sabemos que o preconceito existe, mesmo sendo “camuflado” na maioria das vezes.  E o que fazer?

Penso que primeiramente devemos realizar atividades que desmistifiquem as questões do preconceito e incentivar o envolvimento com a diversidade.

Essa semana trabalhei com o livro “A Joaninha Diferente”, sendo que retrata a história de uma joaninha que nasceu sem bolinhas e por isso ela era diferente. As outras joaninhas a ridicularizavam por isso, mas não impediu “Petipoá” (protagonista da história ) de ir para a guerra lutar contra os pulgões. Com sua bravura e garra, ela ganhou inúmeras medalhas e assim, foram inseridas no lugar de suas bolinhas.

            Os alunos adoraram a história e penso que devemos trabalhar a conscientização desde cedo, favorecendo a igualdade e o respeito. 

segunda-feira, 9 de outubro de 2017



UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA
UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
ESPECIALIZAÇÃO EM TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO APLICADAS À EDUCAÇÃO
INTERAÇÃO MEDIADA POR COMPUTADOR EAD
PROFESSORA MARA DENIZE MAZZARDO
TUTOR EDOARDO PLETSCH



CECÍLIA FARENZENA DA SILVA BISSANI
FABIANE FAVERO
FRANCIELE BARILLE
PRISCILA GAYER




PRÁTICAS INTERATIVAS



Veranópolis, RS, Brasil
2017






INTERAÇÃO E INTERATIVIDADE

Ao longo do semestre vimos inúmeros conceitos que abordam a interação e a interatividade. A interação está relacionada com o comportamento dos indivíduos em relação uns aos outros e ao meio, estando vinculada à ação recíproca pela qual as pessoas e objetos se influenciam entre si. Já a interatividade, é a capacidade do sistema de proporcionar a interação, oferecendo atividades diversas de aprendizagem que exijam do aluno interação com o conteúdo, colegas e professores.
As redes possibilitam aos seus usuários localizados em diferentes partes do mundo a interação em tempo real. Interação não apenas com outros usuários, mas com sons, imagens tridimensionais, vídeos, organizações e outras redes (KENSKI, 2003, p. 109).
A interatividade é a chave para o trabalho com a virtualidade; sem essa possibilidade, o espaço virtual perde sua vida e o movimento que impulsiona a atualização constante. A interatividade emerge no movimento progressivo das inovações da tecnologia. (CAPELARI e BARROS, 2008, p. 8).
Através da ação sobre o objeto, as pessoas participam ativamente, interferindo no processo com ações e operações manipulando informações (LEVY,1999).
Abaixo um link com mais conceitos de interação e interatividade.

Interação e interatividade são conceitos importantes na educação. Dessa maneira, ao inserimos nossos educandos em contextos digitais, é nosso papel orientá-los a explorar ferramentas que façam a mediação de conteúdos e possibilitem realizar ações que promovam a aprendizagem.


Plano de Aula
Tema: Outubro Rosa
Público Alvo: alunos de 2º ano do Ensino Médio
Objetivos:
·         Conscientizar sobre a importância da prevenção do câncer de mama;
·         Reforçar a importância dos exames de rotina e do diagnóstico precoce do câncer de mama;
·         Incentivar o uso dos recursos tecnológicos, através da produção de um vídeo e a publicação no blog proporcionando a interação;

Desenvolvimento

1.      Inicialmente a professora fará uma roda de conversa com um diálogo, discutindo os principais pontos do movimento Outubro Rosa, ativando assim, os conhecimentos prévios dos educandos.
2.      Após esse primeiro momento será assistido o vídeo “O Primeiro cuidado-Outubro Rosa”, disponibilizado no link do Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=XsZJuzpeKGU
3.      Em seguida, os alunos se organizarão em grupos para a realização da atividade proposta que consiste em uma pesquisa mais aprofundada sobre o tema, onde poderão utilizar a sala de computação para a realização da mesma.
4.      Depois disso, serão incentivados a produzirem um vídeo onde entrevistarão algumas pessoas que passaram pelo câncer de mama ou buscar a opinião de pessoas que deixam uma mensagem de conscientização do outubro rosa. Para a realização do vídeo será disponibilizado o uso do Movie Maker, disponível no link: http://www.baixaki.com.br/download/windows-movie-maker.htm ou de outros programas que já possuem conhecimento.
5.      Será criado um blog, onde todos os grupos postarão a atividade, interagindo com os colegas e professores. Exemplo de blog: http://francibarille.blogspot.com.br/

Avaliação

Os grupos serão avaliados durante todo o desenvolvimento do trabalho, de maneira processual e contínua. Também serão avaliados o interesse e a criatividade na elaboração da tarefa.
Com a realização da atividade, acreditamos que os alunos irão demonstrar interesse, principalmente pelo uso das tecnologias favorecendo a construção do ensino-aprendizagem. Ao utilizar as ferramentas digitais, eles podem buscar a solução da tarefa proposta por meio da pesquisa e da interação com os colegas e também com diferentes pessoas entrevistadas, conversar, discutir o assunto abordado tão importante nos dias atuais que é o câncer de mama.
Na sala de aula, o professor deve pensar que é o mediador do conhecimento, e tem o papel de auxiliar os educandos no que for necessário, construindo práticas reflexivas a respeito dos temas e conteúdos estudados. Apenas ditar textos, ou escrever num quadro, são práticas que não são mais aceitas num mundo rodeado de tecnologias. As aulas diferenciadas, com o uso de recursos tecnológicos, motivam os discentes a aprender.

Com isso, percebe-se a importância da postura do professor frente aos recursos, desenvolvendo uma prática pedagógica diferenciada, reflexiva, criativa e crítica, tornando-se um mediador na construção do saber.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Crocodilos ou Avestruzes

imagens retiradas da internet

Lendo o texto “Sobre crocodilos e Avestruzes: falando de diferenças físicas, preconceitos e sua superação” de Lígia Assumpção Amaral, percebi o uso de duas metáforas para enfocar o tema do preconceito e da diversidade: CROCODILOS E AVESTRUZES.
Assim, os Crocodilos estariam nos canais de castelos medievais, onde todos passariam e apenas olhariam. Com isso, faz a relação com os mitos da deficiência física, sendo que, muitas vezes olhamos e não queremos interferir ou nos relacionar. Assim, generalizamos a partir dos nossos estereótipos. Os avestruzes nos remetem a ideia de esconder a cabeça como um mecanismo de defesa, sendo que, se o outro nos causa incomodo e provoca desconforto nos “protegemos.”

A partir disso, penso que somos tanto crocodilos como avestruzes, pois muitas vezes apenas olhamos e não enxergamos, tornando-se mais cômodo esconder-se das diversas situações da sociedade, sejam elas preconceituosas, duvidosas, tristes, desafiadoras, etc.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Inclusão
imagem retirada da internet
Sabemos que o Brasil iniciou a prática de inclusão em meados de 2008, e 2009, sendo que os alunos com necessidades especiais passaram a estarem presentes em maior número nas escolas regulares do que nas escolas especiais.
Também, as pessoas deficientes começaram a ter seus direitos reservados, como o direito a acesso, acessibilidade, lazer, turismo, trabalho,  etc. Nas escolas a inclusão torna-se um ambiente de contato social, afetivo, cognitivo e também emocional.  
Este ano, participei do Seminário da Educação na cidade de Veranópolis, sendo que no turno da noite foram expostos projetos realizados pelas escolas do Município. Assim, uma turma apresentou a música Trem-bala em LIBRAS, pois uma colega é surda.
Aquele momento me emocionou profundamente, porque estava nitidamente clara a interação do restante da turma com a colega e a alegria de ambos era fascinante.
 Assim, foi ao encontro da letra da música “Trem-Bala”:

“Não é sobre chegar no topo do mundo e saber que venceu
É sobre escalar e sentir que o caminho te fortaleceu”
Menina bonita do laço de fita-Ana Maria Machado
imagem do corredor da E.M.E.I Nostri Bambini
      Na interdisicplina de Questões Étnicos-Raciais realizei a aplicação da atividade referente o livro “Menina bonita do laço de fita”, de Ana Maria Machado.
Assim, várias atividades foram desenvolvidas, desde a leitura do livro, roda de conversa, brincadeiras com bonecas negras e brancas, confecção da menina, etc
Assim, percebi que foi um momento bastante prazeroso tanto para mim como para os alunos. Percebi que era um tema “diferente” e que eles pouco tem acesso. Notei também, que mesmo sendo pequenos (aproximadamente 3 anos) conseguiram identificar a diferença da cor da pele e as características, primeiramente com as bonecas e depois com eles e a turma em si.
Creio que o preconceito ocorre com a influência da sociedade, infelizmente, pois as crianças são neutras e “puras”.  Que triste essa realidade!!!
Assim, estamos sempre em contato com a discriminação, desde cor, raça, poder econômico, social, enfim, por coisas insignificantes somos “rotulados” e classificados pela sociedade.
Por que não continuar sempre crianças?

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

ÉTICA
Imagem retirada da internet
     Robert Henry Srour diz que: "Difícil não é fazer o que é certo, é descobrir o que é certo fazer." Assim, a ética significa o que é bom para o indivíduo e para a sociedade visando o bem-estar de todos.
É uma ação que inicia desde cedo e assim, devemos trabalhar com isso e mostrar que somos responsáveis pelas nossas atitudes. Penso que não adianta reclamarmos dos políticos corruptos, por exemplo, se nós cometemos as “pequenas corrupções”, como furar a fila, não respeitar o local permitido para estacionar (mesmo sendo alguns minutinhos), “tirar o tapete do colega”, não devolver o troco, enfim, tirar vantagem a partir do outro.
Penso que como educadores podemos contribuir primeiramente através do exemplo, pois os alunos são nossos reflexos também. Vejo claramente que na Educação Infantil somos “copiadas” a todo o momento, desde a nossa fala, atitudes, modos de sentar, brincar, entre outros.

Dias atrás uma mãe me relatou que sua filha queria amarrar o moletom na cintura, pois a  profe também amarrava. Eu me identifiquei imediatamente. 

sábado, 2 de setembro de 2017

Inclusão ou exclusão 

Imagens retiradas da internet

Após assistir o vídeo ”História do Movimento Político das Pessoas com Deficiência no Brasil” podemos garantir que falar sobre a deficiência é um tema que nos remete a luta e a constante busca pelos direitos. Se olharmos a anos passados, os deficientes eram invisíveis na sociedade e ficavam reservadas no âmbito familiar. Vários fatores me chamaram a atenção, sendo que um que me impactou foi em uma fala onde diz que “Nenhuma deficiência limita a vida” e realmente é verdade.
Sabemos que já foram obtidos vários avanços, porém precisa-se que estes sejam respeitados e cumpridos. A inclusão começa primeiramente na família e depois na escola, amigos, no trabalho, enfim, na sociedade.
Também, incluir é possibilitar a todos o lazer, a educação, o turismo, a saúde, enfim, que todos os serviços sejam propriamente de qualidade, pois vemos diariamente uma “falsa inclusão”, ou seja, rampas estreitas e muito altas, calçadas sem sinalização, vagas de deficientes sendo desrespeitadas, o preconceito, entre outras.

E se pensarmos nas escolas? Será que estamos Incluindo ou Excluindo? Acredito que estamos incluímos na maioria das vezes, porém excluímos, ou seja, na falta de profissionais ou estes despreparados, material de apoio insuficiente ou precário, falta de estrutura física, entre outros.  Cabe uma grande reflexão nisso e também penso que seja um reflexo da nossa sociedade.
2017/2

imagem retirada da internet


Iniciamos um novo semestre e que este seja repleto de 

conhecimento, busca, pesquisa e cheio de expectativas.

Bons estudos para todos!!!

Abraços Franciele Barille

terça-feira, 27 de junho de 2017

Formas e cores


Deixei as formas prontas e montadas no painel de isopor na sala, em virtude de trabalhar com tesoura e alfinetes. Em seguida, expliquei o que eles iriam fazer e fui perguntando as cores nas formas e as crianças prontamente respondendo.
Depois, dei um pedaço de papel celofane para cada um e os educandos iam colocando sobre a forma e assim, percebendo a mudança das cores. Eles ficaram empolgadíssimos com a atividade e chegaram a brigar pelo espaço.
Quando percebi fiquei encantada, pois eles saíram das formas e foram no espelho. Assim, instiguei em outras formas e materiais na sala, como mesa, chão, roupa, pia, etc.

Notei que nesta atividade eles notavam a mudança das cores e logo diziam. Também, sozinhos iam se trocando o papel celofane colorido. 
    Currículo
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  Após o estudo sobre o tema Políticas Curriculares percebemos que o objetivo é não deixar reproduzir o Ensino Fundamental na Educação Infantil. Assim, o currículo contém em si informações e formas particulares de ver e sentir o mundo.
A LDB diz que a criança é um sujeito de direitos a educação, sendo que a Educação Infantil é a primeira etapa da Educação Básica, sendo que  esta tem por finalidade o desenvolvimento integral da criança até os 6 anos nos aspectos físicos, psicológico, intelectual e social.
Portanto, a qualidade na Educação Infantil é resultado de um processo social mais amplo, praticas cotidiana, entre outros.



sábado, 24 de junho de 2017

Caleidoscópio
Seguindo a atividade do Projeto de Aprendizagem, realizei a atividade com o Caleidoscópio sendo que montei em casa e levei para a escola a novidade.
Cheguei e expliquei o que era e que cada um iria ver, um por vez.
Conforme eles enxergavam as cores e as mudanças ficavam impressionados. Um menino me disse que eram passarinhos coloridos.

Enfim, foi uma atividade bastante construtiva e interessante. Volto a dizer, algo simples que chama muito a atenção deles.  

terça-feira, 20 de junho de 2017

Gestão Democrática
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Segundo o artigo “INSTÂNCIAS COLEGIADAS: ESPAÇOS DE PARTICIPAÇÃO NA GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA PÚBLICA” de Irene de Fátima Galina, diz que:
1.    Conselho Escolar: membro representativo da Comunidade Escolar e assim, coordena a Gestão da escola, tornando-se um forte aliado.
2.    APMF (Associação dos Pais, Mestres e Funcionários): Tem como principal objetivo promover a integração da escola e sociedade. Também, ajuda no financeiro e estimula o desenvolvimento de atividade com toda a comunidade educativa.
3.     Conselho de Classe: Seus intuitos são avaliar o desenvolvimento dos alunos e dos conteúdos curriculares a partir do PPP, juntamente com a reflexão sobre professor e aluno.
4.    Grêmio Estudantil: Representa os estudantes da escola, as suas vontades e características. Não possuem fins lucrativos.

Pensando nesses quatro itens, a escola em que atuo – EMEI Nostri Bambini, é de vínculo Municipal e possui Conselho Escolar e CPM (Círculo de Pais e Mestres) e não possui Conselho de Classe e Grêmio Estudantil por seu uma Instituição voltada apenas para a Educação Infantil. 

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Reflexão do Vídeo: O OLHO DO CIDADÃO







Assistir o vídeo me possibilitou uma reflexão dos conselhos e suas funções. Assim, pude perceber a grande importância de participar ativamente, sendo que podemos fiscalizar, acompanhar e decidir aonde serão investidos os recursos.

Obaaa... consegui fazer o esquema com mais facilidade hoje.

terça-feira, 13 de junho de 2017

Livro de cores

Ainda no desenvolvimento no Plano de Ação, realizei o trabalho das cores a partir da confecção de um livro colorido com feltro e pedaços de tule.
Assim, cheguei na sala e fui levantando as hipóteses sobre as cores e lembrando sobre o projeto desenvolvido. Depois fui folhando o livro e questionando as cores, sempre fazendo a relação com outras presentes na sala de aula.  Para finalizar, solicitei que, um por vez, fossem até o livro e com pedaços de tule percebessem a mudança das cores.

Nem todos notaram a mudança, porém a maioria conseguiu ver que elas se modificavam. Penso que isso ocorreu em virtude da diferença da faixa etária. Também, achei interessante que eles queria tocar, folhar e também sentir as texturas, principalmente do tule. 
Luzes e suas cores
No desenvolvimento do Plano de Ação, na disciplina de Projeto Pedagógico em Ação realizei diversas atividades, sendo uma delas o trabalho com as luzes.
Com uma luminária e pedaços de papel celofane fizeram a alegria das crianças. Assim, escureci a sala de aula e mostrei a luminária e a luz e em seguida, ia mudando as cores.
Os alunos logo diziam as cores e olhavam para a sala, procurando novas mudanças. Assim, foi uma atividade muito construtiva e prazerosa.

Pensei comigo mesmo: Por que não fiz antes? Algo simples que se a professora não tivesse me dado à sugestão provavelmente teria passado despercebido. 
Trabalhando com a sombra
 Recebi na rede social um vídeo de uma menina fugindo da sua própria sombra, fazendo muito sucesso na internet.  Assim, pensei em realizar a atividade com sombra na minha turma e foi um sucesso.
Primeiramente mostrei a luz que a lanterna fazia e em seguida sugeri que eles a pegassem.  Foi uma gritaria, pois uns queriam pegar a lanterna e outros a luz. Depois, com a minha mão ia fazendo sobra neles, apontando  e fazendo desenhos.  Em seguida, solicitei que uma colega levantasse e mostrei a sombra que era gerada e os coleguinhas ficaram impressionados.
Para finalizar, todos levantaram e olharam a sua sombra, ficando surpresos com o que era formado.
Através dessa atividade, percebi que com objetos simples podemos mostrar inúmeras coisas e desenvolver diversas habilidades e competências.

Através das brincadeiras as crianças constroem e reconstroem noções de compreensão do mundo, favorecendo o levantamento de hipóteses e a aproximação com os conhecimentos construídos por meio da interação com os outros, com os objetos e diversos fenômenos da natureza e os produzidos pelo homem.

sábado, 3 de junho de 2017

Troca de ideias
Quinta-feira tivemos as apresentações dos trabalhos de Psicologia e PPA.  Assim, está super ansiosa e nervosa por este momento, visando à explicação oral, mas ocorreu tudo certo.
Depois da explicação a profe Liliane sentou comigo e me deu algumas sugestões maravilhosas, sendo que já estou iniciando a produção do material para executar as atividades.  Percebi que a troca de experiências é essencial e nos motiva na sala de aula e assim, ocorreu comigo.
Na sexta-feira cheguei à escola e pendurei no corredor da sala os cartazes (mapa conceitual e a pintura dos alunos) com o objetivo de socializar a atividade com toda a equipe, desde profissionais, pais e alunos.  Uma mãe que também é professora me pediu o que era e expliquei, assim percebi que ela gostou da ideia e me pediu se eu conhecia a técnica da pintura com tempera no saquinho e eu disse que não. Ela me explicou e eu fiquei curiosa. Assim, desenvolvi essa atividade na mesma manhã e gostaria de compartilhar com vocês os resultados, visto que foi ao encontro ao tema, ou seja, as cores e suas misturas.

Os alunos já estavam curiosos ainda quando eu estava montando a atividade e quando dei para eles pintarem ficaram concentradíssimos. Conforme a atividade foi se desenvolvendo as cores iam se misturando e formando outras cores. Um aluno ficou com a folha do azul com o amarelo e quando ele viu que estava formando o verde ele me disse: “Pofe, olha o verdi” e eu pensei imediatamente “atingi o meu objetivo.”
E esse foi o resultado:

Obs: Todas as imagens acima foram realizadas na Escola Nostri Bambini.

sábado, 27 de maio de 2017

Monstros diários
 Imagem particular
Na aula presencial da última quinta-feira realizamos a Técnica do Monstro, onde nos era passado às ordens e nós tínhamos que desenhar. Inicialmente individual e depois em grupo.
No âmbito individual ia desenhando conforme eram passada as ordens e olhando os das colegas, e assim, íamos comparando, interagindo e rindo. Depois, em grupo, entramos em um consenso em quem iria fazer o que e ficamos mais concentrados na nossa equipe.
No final, explanamos para as demais colegas e professoras, e assim, contamos como fizemos e a história do nosso mostro.

Gostei bastante de técnica e também foi um momento produtivo, visto que na escola nos passam as mesmas ordens e cada um interpreta de uma maneira, ou melhor, a que lhe convém.  Assim, podemos refletir e pensar nos nossos “monstros” diários. 

terça-feira, 23 de maio de 2017

O que caracteriza uma ESCOLA DEMOCRÁTICA
imagem retirada da internet
Após assistir o vídeo referente à Gestão Escolar fiz a seguinte análise:  
A Educação só acontece quando se utiliza a democracia e assim, ocorre um processo dialógico. Portanto, a convivência entre os sujeitos ocorre de duas formas, ou seja, autoritária ou democrática. 
Obviamente queremos uma escola democrática, onde a escola crie situações que o aluno aprenda, a partir da relação com o educando e educador.

Percebo na E.M.E.I Nostri Bambini um grande passo em relação a democracia, visto que é realizado um trabalho em equipe, tanto de direção, professores, alunos, pais e sociedade como um todo, assim, ocorre uma participação coletiva. Portanto, é um desafio diariamente, mas um caminho repleto de bons frutos.
Mudar ou não? Eis a questão! 
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Verdade. Mexer na LDBEN é abrir o campo para novos retrocessos.  Frequentemente vemos nas mídias, principalmente na televisão, informações sobre essa mudança e tudo me parece fácil e que irá resolver todos os problemas do nosso cotidiano escolar e social. Será tão simples assim? E toda a adaptação financeira? Investimentos?
Aproximadamente 5 anos, houve a mudança no Ensino Médio, onde passou a ser usado os conceitos e lembro-me que foi uma mudança cheia de desafios e sem muitas informações, tudo muito vago. Agora, que os profissionais estão inseridos e até mesmo mais preparados (comparado com o começo) vem essa nova proposta. Enfim, parece que cada novo governo quer deixar a sua mudança, sem se preocupar realmente com o sucesso ou não.

Por outro lado, concordo com a atualização da LDBEN, porém precisa ser discutida e ser considerados fatores que realmente influenciem em uma educação de qualidade.