terça-feira, 4 de dezembro de 2018


Reflexões das reflexões
imagem retirada da internet
Finalizo as minhas reflexões sobre as minhas primeiras postagens do blog, sendo nos anos de 2015 e 2016.
A partir disso, foi um momento gratificante e de percepção quanto a minha evolução como pessoa e profissional. Por isso, cabe a nós professores, sempre realizarmos uma reflexão sobre o nosso papel e como atuamos em sala de aula. Assim, podemos nos avaliar e modificar-nos.
Segundo Jean Piaget “O principal objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas e não simplesmente repetir o que outras gerações fizeram.”


  • 10ª Reflexão

Postagem 11 de maio de 2015: “Meios Tecnológicos.”

Selecionei essa postagem por retratar a minha trajetória tecnológica no curso de Pedagogia, sendo que sempre gostei de descobrir novos programas e trabalhar com os meios tecnológicos.  Escrevi o seguinte trecho: “Assim, sempre gostei muito de navegar na internet e me desafiar com novos programas. Por outro lado, o novo sempre assusta, e fui vencendo etapas: Pbworks coletivo, Pbworks individual,  Moodle, blog e vários outros acessos.”
Posso garantir que o Pbwork não me assusta mais, muito pelo contrário, adorei registrar o meu estágio nesse espaço e está me ajudando muito na construção do relatório. Assim, os conhecimentos adquiridos na área da computação podem melhorar a vida das pessoas, desde as crianças, no desenvolvimento cognitivo, quanto aos adultos na criação de soluções inovadoras e criativas.
O Pensamento Computacional pode estimular a alfabetização digital, a melhor organização dos pensamentos, resolução e a detecção de problemas, entre outros. Por isso, todos nós deveríamos ser estimulados desde cedo nesta habilidade, favorecendo assim a compreensão do mundo tecnológico. A Sociedade Brasileira de Computação (SBC), por também entender a importância do ensino de computação, elaborou um documento que discute referenciais de formação em Computação para a Educação Básica, tratando das competências e habilidades a serem trabalhadas desde a Educação Infantil até o Ensino Médio (SBC, 2017). 

9ª Reflexão: Pensar antes de agir

Postagem 04 de dezembro de 2015: “Novas aprendizagens.”



Nessa postagem retrato a minha atuação e um pouco da minha personalidade, sendo que muitas vezes falava e não media as consequências, sendo que o curso estava me ajudando.
Agora voltando e analisando, acredito que com o passar do tempo nós vamos mudando e melhorando, sendo que trabalhar com a Educação Infantil é uma constante aprendizagem e que necessitamos obrigatoriamente trabalhar em grupo e em rede, visando o bom andamento e desenvolvimento das crianças.
Também, aprendi a “sentar no chão” e brincar, imaginar e fazer de conta. Aprendi que quem comanda o “espetáculo” não sou eu, e sim as crianças. Aprendi a ser persistente e levar a criança muitas vezes no banheiro para desfraldar. Aprendi que não sou apenas uma professora e sim que faço parte da vida deles.
Enfim, aprendi muito.
Através disso, acredito que o curso de Pedagogia me ajudou e me desacomodou inúmeras vezes. Hoje volto ao blog e vejo o quando mudei para o melhor.
Que maravilhoso refletir sobre isso e ver os nossos avanços.


  • 8ª Reflexão: Brincar


Postagem 04 de dezembro de 2015: “Caramba Carambola o Brincar tá na Escola



Selecionei essa postagem por dois motivos:
1.    A relevância no ato de brincar;
2.    Poderia ter desenvolvido mais essa postagem.
Logo que eu li, pensei: Por que eu não desenvolvi mais, visto que é um tema muito importante e de grande abrangência?
Concordo com a postagem, sendo que falo da importância de brincar, mesmo sendo brinquedos simples e também que através das brincadeiras podemos criar a interação entre aluno e professor. Outro fator relevante é que relaciono o tema com a turma em que estava atuando naquele ano. Segundo Emília Ferreiro “É importante oferecer a criança ambientes agradáveis onde se sinta bem e a vontade, pois a criança deverá se sentir como integrante do meio em que está inserida”. http://ludicidade-e-educao.blogspot.com (FERREIRO 1998). Assim, a sala de aula deve ser um desses ambientes agradáveis, juntamente com os outros locais que a criança circula.
Para Kischimoto (2002), uma característica marcante na infância é a grande intensidade da atividade motora e da fantasia que acontece nesta etapa, permitindo à criança reconhecer e controlar progressivamente o próprio corpo, ampliando suas possibilidades de interação com o meio que a cerca.
Lendo essa citação acima, lembrei-me da minha turma do Maternal, sendo que eles vivem intensamente o ato de brincar e interagir com o meio. Gostam de brincar com os brinquedos “tradicionais (bonecas, carrinhos, jogos, etc.), mas também amam a areia, a brita, as folhas, a terra, as sucatas, as fantasias, entre outros.

  • 7ª Reflexão: Contexto Escolar


Postagem 10 de outubro de 2016: “Pertencer ao contexto escolar”





Falar em contexto escolar nos remete a escola e todos que estão a sua volta e que interagem com ela. Por isso, é um tema essencial no desenvolvimento da criança, visto que influencia na sua aprendizagem.
Assim, continuo concordando como a postagem realizada em outubro de 2016, onde falo a importância e também da diferenciação entre ver e enxergar. “Para aqueles que estão vendo dizem que as crianças estão apenas brincando (...). Porém, para aqueles que estão olhando percebem que as crianças estão construindo novos saberes. (...)
Esse trecho é muito reflexivo ao meu olhar, visto que para muitos as crianças vão à Escola de Educação Infantil apenas para ficar até o momento dos pais buscarem. Mas, não ocorre apenas isso, muito pelo contrário. Lá elas aprendem a dividir, ser independentes, a socializar com novas crianças, a descobrirem novos ambientes, a superarem as dificuldades, a esperarem a sua vez, a terem limites (muitas vezes não obtendo isso em casa), entre inúmeras outras aprendizagens. 
Para Freud (1973) aspectos extremamente significativos de nosso desenvolvimento pessoal e emocional são determinados durante os primeiros sete anos de vida, desse modo práticas inadequadas na educação das crianças resultarão em prejuízos para o seu comportamento quando adulto.

  • 6ª Reflexão: Alfabetização na Educação Infantil

Postagem 11 de novembro de 2015: “Alfabetização”




Escolhi essa postagem por retratar a alfabetização na Educação Infantil e também por referenciar a autora Emília Ferreiro. Assim sendo, continuo com o mesmo pensamento que essa postagem e acredito que a alfabetização seja um momento muito importante e delicado na vida da criança. Por isso, o professor é uma peça fundamental, sendo ele o incentivador e acolhedor.
Na postagem digo “Ressaltamos a percepção que cada criança possui o seu momento para se alfabetizar, e assim, devemos tranquilizar e explicar aos pais o quanto essa etapa é importante na aprendizagem da criança.”
Esse trecho é de suma importância, visto que cada criança possui a sua individualidade e o seu momento. Assim, os pais e professores necessitam entender e não comparar com os demais colegas ou irmãos. Segundo Ferreiro (1996, p.24) “O desenvolvimento da alfabetização ocorre, sem duvida, em um ambiente social. Mas as praticas sociais assim como as informações sociais, não são recebidas passivamente pelas crianças.”.

FERREIRO, Emilia. Reflexões Sobre Alfabetização. São Paulo: Cortez, 2000. 104p

quinta-feira, 29 de novembro de 2018


5ª Reflexão: Ato de escrever

Postagem 27 de setembro de 2016: “Medo de Escrever?”



Muito sugestiva essa reflexão, visto que em 2016 realizamos um trabalho de Seminário Integrador com o objetivo de praticarmos a escrita e perdemos o medo de realizá-la.
Posso garantir que melhorei nesse aspecto e consigo me expressar de maneira mais clara e objetiva. Obviamente, devo isso ao curso de Pedagogia, que sempre incentivou e nos fez escrever muito. Junto a isso, sempre realizamos analise e reflexão sobre os temas propostos e relacionamos com o nosso cotidiano escolar.  Isso favorece na nossa formação profissional e também no posicionamento frente a situações em sala de aula.
Segundo Júlio Dantas “O que é mais difícil não é escrever muito; é dizer tudo, escrevendo pouco.” Assim, é o nosso compromisso de educadores auxiliar e incentivar os nossos educandos a escreverem e a se posicionarem. Com isso, se tornarão indivíduos críticos e atuantes na sociedade em que estão inseridos e não passivos.  
  

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

  • 4ª Reflexão: Reflexão pessoal a partir dos trabalhos
Postagem 10 de novembro de 2015: “Memórias de minha infância”

        
Postagem 05 de dezembro de 2016: “Visita Histórica”


Nessa quarta reflexão selecionei duas postagens referente à minha vida pessoal, sendo relacionada à minha infância e do estudo da Capela de São Jorge. Também, voltando ao blog encontrei outras, como a minha trajetória educacional, minha família, etc.
Penso que essas reflexões são de grande validade e positivas, visto que remete a minha vida, a personalidade e a história, sendo que ambas estão relacionadas nas interdisciplinas do curso de Pedagogia.
Com isso, acredito que sempre temos que ir ao encontro do nosso educando, das suas famílias e do meio em que está inserido. Assim, as aprendizagens tornam-se visíveis e não ficam apenas no imaginário de cada um.
Para Santomé: " A realidade do aluno, utilizada dentro do contexto escolar, ajuda a criança a compreender melhor o tema abordado em aula, por isso, torna-se a insistir  na necessidade de que as questões sociais de vital importância, os problemas cotidianos, sejam contemplados no trabalho curricular nas salas de aula e escolas". ( Santomé, 1998, p.9).



  • 3ª Reflexão: Publicações apenas de teoria 

Postagem 26 de novembro de 2015: “Teoria Psicogenética”

Postagem 14 de novembro de 2015: “O que medimos”



Postagem 19 de novembro de 2015: “Infância Soft”



Separei algumas postagens, porém teria muitas outras nesse mesmo item. Retomando o blog percebi que a maioria retratava apenas a teoria e não havia nenhuma reflexão ou envolvimento com a prática.
A partir disso, penso que com o passar do tempo fui aperfeiçoando e relacionando com a prática cotidiana. Assim, podemos notar nos nossos alunos os indícios das teorias e também podemos interferir com bases em estudos de caso
 Segundo Freire: “Ensino porque busco, porque indaguei, porque indago e me indago. Pesquiso para constatar, constatando, intervenho, intervindo, educo e me educo. Pesquiso para conhecer e o que ainda não conheço e comunicar ou anunciar a novidade.” (Freire, 1999, p.32).
Cabe a nós professores, refletirmos sobre nós mesmo, nossa atuação em sala de aula e a compreensão que o educando realiza.


  • 2ª Reflexão: Workshop de Avaliação


Postagem 13 de julho de 2015: “Na expectativa...”


Postagem 15 de dezembro de 2015: “Workshop”




Postagem 27 de dezembro de 2016: “Workshop da Avaliação”





Falar em Workshop sempre foi um momento que me remete a final de semestre e apresentação oral. Digo isso, pois sempre tive dificuldades em falar em público, sendo que fico nervosa, transpiro, gesticulo, entre outros.
Porém, o curso de Pedagogia colaborou nas minhas apresentações. Se eu comparar as primeiras com as últimas, posso garantir que houve uma grande evolução, sendo que assim, consigo expressar-me bem melhor agora.
O workshop é um momento de reflexão dos nossos saberes durante o semestre, juntamente com as dúvidas, medos, conquistas, etc. Segundo Jussara Hoffmann " A avaliação é a reflexão transformada em ação, não podendo ser estática nem ter caractér sensitivo e classificatória." 
Também, outro fator que mudou bastante foi às construções das minhas apresentações, sendo que as primeiras eram constituídas por muitos slides e não dava tempo para explicar, penso que isso ocorria devido a minha insegurança.
Hoje, creio que faço uma apresentação menor e mais “limpa”. Detendo-me na apresentação oral.

  • 1ª Reflexão- Retrato da Escola


Postagem 02 de abril de 2015: “Boa noite colegas”


Postagem 07 de abril de 2015: “Eu e as mudanças”



Postagem 11 de abril de 2015: “EMEI Nostri Bambini”




Postagem 21 de maio de 2015: “Contratempos”

Inicio a minha reflexão do blog pelas minhas primeiras postagens. Assim, remetem-se a momentos de ansiedade por iniciar o blog e também de expectativas diante do retrato da escola, realizado no pbWorks.
Recordo-me perfeitamente do Retrato da Escola, sendo que realizei toda a pesquisa da história, das mudanças, do público alvo, entre outros. Foi muito importante para a minha trajetória pessoal e profissional também, visto que era o primeiro ano que estava trabalhando no Nostri Bambini.
Outro fator relevante foi o dia em que apaguei todo o meu pbworks e quase “morri”. Graças a Deus, sempre tem pessoas que nos ajudam, no meu caso foi o Professor Crediné, o Tutor Pablo e a Colega Sheila.
Retomando as minhas primeiras postagens acredito que tenha aperfeiçoado o meu conhecimento e o modo de expressar. Para isso, foram anos de estudos e de escrita, assim sendo, realmente o blog é um local de registrar nossos saberes e praticar a escrita reflexiva. 
Segundo Bessa (2010), A melhor forma de ensinar a escrever é oferecendo às pessoas a oportunidade para escrever, propiciar um contato com as possibilidades que podem ser alcançadas com esse tipo de comunicação. Porém, isso não é tão simples assim. A escola oferecia a chance de escrever ‘redações’(os textos escolares – que geralmente só pertencem aquele universo) ou procurava ensinar os/as estudantes a escrever ‘corretamente’ antes mesmo deles/as escreverem – o suposto ensino de regras da gramática tradicional. (Dias e Bessa, 2012, p. 24) 

domingo, 30 de setembro de 2018


Alimentação
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No desenvolvimento do meu estágio, estou trabalhando o projeto “Cores, aromas e sabores” e assim, no primeiro dia realizamos a produção de um bolo de laranja. Inicialmente manuseamos a laranja e a exploramos, como a textura, a cor, o cheiro, o formato, etc. As crianças adoraram. Também, mostrei os ingredientes e fui colocando no liquidificador. Quando liguei, foi uma festa e todos foram olhar dentro, para ver o que estava acontecendo.
Em seguida, todos ajudaram a misturar o líquido com a farinha e o fermento. Depois de colocado na forma, fomos até a cozinha para assar no forno. É claro, as crianças jogaram muitos beijos para que o bolo crescesse.
Assim, pude notar que esse dia foi muito significativo para as crianças, visto que ainda hoje (20 dias depois) ainda falam do bolo de laranja. Assim, devemos iniciar a introdução de uma alimentação saudável desde os primeiros anos do educando.

sábado, 22 de setembro de 2018


Criatividade

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Na interdisciplina de “Laboratório de criatividade” foi proposta a discussão sobre o que é criatividade. Segundo o dicionário criatividade é:

substantivo feminino
1. qualidade ou característica de quem ou do que é criativo.
2. inventividade, inteligência e talento, natos ou adquiridos, para criar, inventar, inovar, quer no campo artístico, quer no científico, esportivo etc.

Assim sendo, parece um termo bastante simples, porém quando indagado surgem algumas dúvidas. Ao meu entender criatividade é o ato de inovar ou de desenvolver algo fascinante que ajude/mude a vida das pessoas. Na área da educação penso que, o professor criativo é que aquele que não esforços para conseguir mostrar algo novo para seus alunos.


Descobertas...
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Há duas semanas iniciei meu estágio com a turma do Maternal IA, na E.M.E.I. Nostri Bambini em Vila Flores.
A turma é a mesma em que trabalho como auxiliar de educação infantil, porém agora com o estágio comecei a observar detalhes muito interessantes, como:
  • ·         A interação com as atividades;
  • ·         A maneira de desenvolver as ações propostas;
  • ·         A forma de segurar materiais simples (pincel, lápis, caneta, etc.);
  • ·         O relacionamento com os colegas e demais pessoas;
  • ·         O envolvimento da família,
  • ·         Entre inúmeros outros...

Por isso, penso que o estágio está sendo um momento único e de grandes descobertas, sendo muito significativo para mim e na construção dos meus saberes.
Após essas duas semanas, estou mais tranquila e já percebo sinais positivos desse trabalho.

quinta-feira, 6 de setembro de 2018


Estágio: Planejamento
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Quando se fala em estágio, logo pensamos no planejamento e atuação em sala de aula. Este, por sua vez, é um grande aliado na construção de competências e habilidades. Também, é necessário pensar e elaborar os conceitos básicos (objetivos, justificativa, temática, estratégias, localização, recursos e avaliação) pensando sempre no desenvolvimento do educando. 
Segundo Rodrigues (2011, p. 32) “planejamento é um processo constante através do qual a preparação, a realização e o acompanhamento se fundem, são indissociáveis.”
Assim, começarei o meu estágio na próxima semana e uma mistura de emoções surge. Ansiedade? Medo? Ou Desafios?
Penso que seja desafios construtivos e carregados de muito aprendizado!!!

segunda-feira, 20 de agosto de 2018


Semestre 2/2018

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Inicia-se outro semestre e junto a ele outra fase importante na nossa formação: O estágio!!!
Sempre é um desafio e um momento de grandes construções...
Hoje, já iniciei a proposta de criar o Pbworks.
Sei que já trabalhei muitas vezes com ele, porém nos desacomoda e temos que revirar nossas lembranças das suas funções e detalhes.
Vamos lá!!!
Estudo + persistência= sucesso
Abraços Fran

quarta-feira, 13 de junho de 2018


Avaliar? Como? Por quê?

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A avaliação é um meio fundamental na construção do ensino/aprendizagem, visto que nos possibilita uma reflexão e direcionamento sobre o ato do saber, porém é uma questão que nos remete muitas dúvidas e questionamentos, sendo essenciais no desenvolvimento das ações pedagógicas.
A avaliação mediadora utiliza vários instrumentos de avaliação e assim, o dia a dia na sala de aula remete um meio fundamental, ou seja, a observação. Assim, pode-se acompanhar o desempenho do educando, sua participação, o interesse, curiosidade, etc. sendo que, precisa de uma atenção maior por parte do professor. Aqui a avaliação cria a possibilidade que o educando crie algo novo, sendo um momento de problematização e de questionamentos.
Sabemos que quem ocupa lugar de destaque frente à avaliação no processo de ensino e aprendizagem é o professor, sendo o protagonista da realização.  Assim, ele desempenha suas próprias estratégias de ensino e usa sua capacidade e criatividade na avaliação. Muitas vezes o professor não está preparado, não obtendo aspectos técnicos da avaliação e pouco se referindo ao contexto social, psicológico e filosófico do aluno. Assim, o discente deve ser visto como um ser único e não no coletivo, com o seu próprio desempenho e desenvolvimento juntamente com vários instrumentos avaliativos. Através de uma avaliação contínua e processual podemos incentivar e ajudar no desenvolvimento do educando, tanto cognitivo, emocional e psicológico.

Etapas de Aprendizagem - Jean Piaget

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Estudando sobre Piaget, na disciplina de Didática, Planejamento e Avaliação, vimos vários segmentos, mas separei os três momentos de aprendizagem, sendo:
1.    O educador se integra daquilo que o aluno conhece, com o intuito de trazer a cultura do educando dentro da sala de aula.
2.    A exploração das questões relativas aos temas de discussão, sendo que neste ponto o aluno constrói o caminho do senso comum para uma visão crítica da sociedade.
3.    Do abstrato para o concreto: nesta etapa de problematização sendo que este procedimento serve para o objetivo final, ou seja, a conscientização do educando.

sábado, 9 de junho de 2018


Henri Wallon
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Estudando e analisando a Teoria de Wallon separei o estudo dos estágios, sendo que para o teórico o desenvolvimento ocorre a partir de estágios, onde o comportamento é integrado com as ações anteriores, sendo eles:

1.    Estágio impulsivo emocional: as emoções são o principal instrumento de interação com a sociedade.
2.    Estágio sensório-motor e projetivo: a inteligência predomina e o mundo externo prevalece nos fenômenos cognitivos.
3.    Estágio do personalismo: período crucial na formação da personalidade do indivíduo e da autoconsciência.
4.     Estágio Categorial: a criança começa a desenvolver as capacidades de memória e atenção voluntárias.
5.    Estágio da adolescência: transformações físicas e psicológicas. É um momento caracterizante através da afetivamente e passa por muitos conflitos internos e externos.

A partir disso, diz que os estágios não se encerram na adolescência, pois o processo de aprendizagem sempre implica na passagem de outro estágio. Na prática escolar precisamos estar comprometidos para a busca da ampliação e o resgate dos fundamentos da razão formativa, sendo a humanização e a afetividade. A partir disso, devemos repensar as práticas e as teorias da educação para que a criança seja tratada como sujeitos de direitos e desejos.


sábado, 26 de maio de 2018


Relato de Experiência

Pintura realizada pela aluna A.C.
Pintura realizada pela aluna I.Z.
Pintura realizada pelo aluno D.L.M.

Apliquei um plano de aula referente às cores com o uso da tecnologia. Assim, observei que os educandos gostaram e ficaram fascinados com a atividade. Também, conseguiram manusear o mouse, sendo que apenas uma criança tentava ir com o dedo na tela do computador e penso que ele utilizava o celular que possui a tela touch screen.
Foram usadas várias tecnologias, desde a tinta guache, Notebook, rede de Internet, entre outras.  Quando apresentei para o grupo que a aula seria no computador pude ver o espanto e a alegria, Assim, conforme realizavam as pinturas e a mistura das cores incentivavam os demais colegas a olharem o que estavam fazendo.
Com essa atividade descrita acima percebo que podemos utilizar as ETIC com a Educação Infantil e muitas vezes temos que inserir a nossa tecnologia particular, pois a minha escola não possui sala de informática e nem notebook para trabalharmos. Penso que os resultados foram positivos e construtivos, juntamente com o incentivo de podermos utilizar mais vezes.

sábado, 19 de maio de 2018


Recordando...

arquivo pessoal

Lendo texto “Alfabetização de adultos: ainda um desafio” de Regina De Hara e relacionando o estudo com a minha atuação pedagógica, acredito que é fundamental respeitar as particularidades de cada indivíduo e turma. Nunca atuei na modalidade EJA e penso que é uma área que está me despertando interesse e curiosidade, em virtude das etapas, dos conhecimentos prévios, do desafio, do público alvo, etc.
            Quando realizei o meu último estágio em Letras a proposta era trabalhar com adultos e assim, optei em desenvolver com uma turma de 12 mulheres, donas de casa e agricultoras, no interior da cidade de Fagundes Varela. A maioria delas tinha frequentado a escola até a 5ª série do Ensino Fundamental e abandonado os estudos devido à família e outras dificuldades comuns naquela época. Recordo-me daqueles momentos passados juntas com muito carinho e afeto, visto que notava o aprendizado e a vontade de expor as suas vivências para o grande grupo. Atualmente, quando encontro-as ainda me chamam de “profe” e fazem menções as aulas praticadas.
            Penso que com a EJA não ocorra de maneira diferente, pois os alunos possuem outras finalidades e diferentes percepções de vida, a partir das suas experiências.


quinta-feira, 3 de maio de 2018


            Roda de Conversa

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A roda de conversa surgiu na turma do Maternal IA, a partir de uma conversa com a pedagoga onde relatei a minha frustração frente a muitos casos de mordidas entre as crianças. Então, inicialmente ela sugeriu em utilizar com o intuito de ouvir as frustrações deles e também de socializar. Segundo Vygotsky a linguagem é um processo pessoal e também social. Assim, todo o ser humano é capaz de desenvolver qualquer língua natural, basta interagir com o meio. Também o autor diz que, o desenvolvimento do indivíduo está totalmente ligado ao processo histórico-social da linguagem. Assim, o sujeito é interativo com o meio e demais pessoas, pois adquire conhecimento com essa troca.
            Geralmente uso essa técnica nas segundas-feiras com a intenção que eles relatem o fizeram no final de semana ou que algo que eles queiram relatar. Também, utilizo para contar e compreender uma história, cantar músicas, reforçar as combinações, fazer o minuto de silêncio e de respiração (uma técnica que acalma muito e de forma rápida), entre outras.  A maioria das vezes, fizemos no chão, com uma delimitação de espaço e em roda. Porém, já fizemos sentados em torno da mesa, mas não deu tão certo, pois ficavam mexendo nas cadeiras e batendo na mesa. A duração da atividade dura 10 minutos e no máximo 15.
Penso que através da roda de conversa os alunos e professoras podem expressar-se e ouvir os demais, juntamente com o assunto e a troca dele, a conversa como modo de comunicação social, as conexões com as vivências, as expressões corporais, etc. Por isso, sempre deixo a conversa fluir livremente e tento não conduzir.

quarta-feira, 2 de maio de 2018


Comunicação das Crianças
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Assistindo os vídeos dispostos na disciplina de “Linguagem e Educação” me deparei com várias situações do meu cotidiano escolar e familiar. O primeiro me remete aos meus alunos sendo que eles possuem idade de 2 anos a 2,5 e o último me lembra o meu afilhado, sendo que possui 8 meses . A fala dos bebês de classifica em:
·         PRE-LINGUÍSTICA: choro, gorjeio ou arrulho, balbucio, ecolalia e jargão expressivo. Aqui, percebo o uso do meu afilhado, sendo que no início era apenas o choro e agora ele já se expressa por sons.
·         FALA LINGUÍSTICA: inicia-se aproximadamente com dois anos e constitui-se em palavras com valor de frases e assim, manifestam-se através de gestos, sinais e expressões corporais. Nesta etapa, vejo perfeitamente os meus alunos que se manifestam pelas palavras e formação de frases, gestos, mordidas, etc.
Assim, cada criança possui seu ritmo, juntamente com as suas particularidades. A partir disso, devemos respeitar e incentivar a linguagem através dos processos linguísticos.


Modalidade EJA

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Através da leitura de diversos textos e também com a reflexão sobre o tema na disciplina acredito que o aluno da EJA é constituído por uma bagagem cultural e um conhecimento prévio muito grande, devido à experiência de vida e o amadurecimento como relata a autora Marta Kohl de Oliveira:  “Traz consigo uma história mais longa (e provavelmente mais complexa) de experiências, conhecimentos acumulados e reflexões sobre o mundo externo, sobre si mesmo e sobre as outras pessoas”.
Na maioria das vezes, a modalidade é uma forma de se aperfeiçoar no trabalho, juntamente a aprendizagem para a vida e na vontade de construir novos saberes. Assim sendo, acredito que as maiores dificuldades dos alunos jovens e adultos em sala de aula e no cotidiano suas vidas seja em motivar-se em aprender e vencer o “preconceito” em voltar a estudar, não ocasionando um desconforto pessoal. Com isso, a escola é um local de relações culturais e ao mesmo tempo um local de encontro das particularidades e interação social.  Freire (2007, p. 20) entende que “toda prática educativa tem como objetivo ir além de onde se está”. Assim, o professor da EJA precisa incentivar novas compreensões, novos desafios que levem à busca de novos conhecimentos.