terça-feira, 27 de dezembro de 2016



Workshop da Avaliação
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Lendo e refletindo sobre as atividades desenvolvidas neste semestre percebo que foi uma caminhada prazerosa e construtiva tanto no campo profissional como no pessoal. No primeiro, tivemos a oportunidade de colocar em prática a teoria, ou seja, experimentar e pensar sobre os conteúdos, as mudanças, as reações, os avanços, entre outros. No segundo, continuo pensando que é fundamental a organização e a dedicação no decorrer do semestre.
Realizar o workshop da avaliação é uma maneira de perceber os avanços e os pontos em que podemos melhorar.  Também, é uma forma de refletir sobre as nossas ações e o ser professor, sendo este fundamental para o desenvolvimento da criança.
Vamos lá!!! Novos desafios a cada dia!!!
Boas Férias e até janeiro de 2017 na apresentação do workshop!!!

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Novos espaços de Aprendizagem

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Lendo e refletindo sobre o texto Crianças nos templos das Musas: mediadores culturais, processos de significação e aprendizagem em museus” pude ver como é importante possibilitar aos educandos novos locais de aprendizagem na própria cidade, sendo que muitas vezes, esquecemos das nossas belezas e locais ricos em descobertas.
Com o trabalho nos museus, igrejas, entre outros, temos a oportunidade de voltar ao passado e refletir sobre os acontecimentos, os objetos, os fatos, enfim, como ocorreu o passado.

            Outro fator importante é a relação construída através dos objetos do passado com o presente, percebendo assim, as mudanças no decorrer do tempo. 

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Visita Histórica



Arquivo Pessoal
Ontem visitei a Igreja de São Jorge, na Capela de São Jorge em Vila Flores.  A igreja foi fundada em 1895 e em 10/05/1994 foi decretado o primeiro Patrimônio Histórico de Vila Flores. Realizei esta visita em virtude do trabalho de Estudos Sociais, onde deveríamos escolher um museu, praça, parque, monumento, arquivo de sua cidade e fazer uma visita.
Também, neste mesmo dia conversei com o Senhor Avelino Manfredi, 88 anos e morador da Capela de São Jorge desde o seu nascimento. Ele me contou sobre a história do local, as curiosidades, a fé, os primeiros moradores, etc.

Um fato que me chamou atenção foi encontrar o quadro de São Jorge, sendo este trazido da Itália e era muito venerado pelos primeiros imigrantes.  Foi um momento rico de lembranças e que fez recordar-me dos meus avós. 

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Espaço e Forma
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Segundo os textos “Espaço e Forma na Educação Infantil” e “Espaço, Forma e Criança defendem a grande importância de trabalharmos as noções espaciais desde a Educação Infantil. A partir disso, a criança constrói através dos sentidos e movimentos, sendo que a geometria relaciona com os volumes, superfícies, linhas, pontos, etc.

No cotidiano escolar, na turma do Maternal I, trabalhamos o espaço e a forma de diferentes maneiras, como: circuitos, movimentos corporais, atividades de organização de sequencia, manuseio e atividades com sucata, temperatura e ambientes (chuva, sol, calor, frio, entre outros.). Também, utilizamos as peças de encaixe, com diferentes formas, espessuras, cores e tamanhos.  

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Fotografia como aprendizagem
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Ao realizar a organização e seleção das fotos do trabalho de Estudos Sociais juntamente com a leitura e reflexão do texto “A fotografia como objeto e recurso de memória” de Adair Felizardo e Etienne Samain penso que a fotografia é uma importante maneira de ativar nossas lembranças, podendo assim, registrar momentos, pessoas, lugares, fatos, enfim, o nosso cotidiano.
Assim, a memória – individual ou coletiva- é uma recriação do que já foi vivenciado, sendo que a lembrança é a essência da memória. A partir disso, acredito que uma memória organizada por fotos, é uma possibilidade de aprendizado, visto que podemos obter dados, costumes, pessoas, entre outros, que podem nos auxiliar na aprendizagem.

A fotografia é uma memória viva e própria, sendo que através dela podemos descobrir nossa tendência, preservar as lembranças, desde momentos e pessoas, fazendo assim, uma referência da nossa história.
No decorrer da seleção das fotos acima, lembrei-me de acontecimentos, alunos, locais, amigos, instituições, entre outros, sendo que, se não houvesse as fotografias provavelmente não recordaria tão precisamente. Segundo o texto, “fotografar é memória” e por isso, registramos para lembrar o tempo pela qual convivemos. 

segunda-feira, 21 de novembro de 2016


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Hoje fiquei pensando que tema iria escrever no meu blog, e assim, dei-me conta que não tinha aprofundado um assunto importantíssimo visto este semestre, ou seja, Projeto de Aprendizagem, na disciplina de Seminário Integrador IV.
            A partir do Projeto de Aprendizagem podemos encontrar e debater a solução de problemas e também desenvolver novos conhecimentos a partir dos estudos, pesquisas e interação entre colegas e professores.
Inicialmente definimos as nossas certezas provisórias e dúvidas temporárias e agora estamos desenvolvendo no plano de ação, estratégias e pesquisas para saber se as certezas e dúvidas estão traçadas corretamente.
            Penso que está atividade está sendo muito construtiva, visto que podemos pesquisar, investigar, trabalhar em cooperação, entre outros, e assim, chegar a um consenso sobre nossa própria pergunta, sendo ela:

Com relação aos conflitos na sala de aula, nós professores, devemos interferir ou não?

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Identidade e Representações Sociais
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IDENTIDADE:
  • ·         Resultado de uma construção social e da sua complexidade;
  • ·         A identidade estrutura-se através da inter-relação do indivíduo e do social, assim a nossa identidade está sempre em construção;
  • ·         Segundo Silva (2000) a identidade e a diferença fazem parte de um todo, sendo que fazem parte de um processo de produção social.

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS

  • ·         Caráter coletivo, pensando juntos com os mesmos objetivos. Com isso, os indivíduos são seres pensantes e ativos, produzindo e comunicando com suas próprias representações;
  • ·         A representação é construída através da comunicação social e dos diferentes discursos. Ex: A propaganda;
  • ·         A representação social é a manutenção da identidade, isso se dá pela influência da cultura do grupo.

Como as ciências da natureza podem auxiliar na construção de ideias cada vez mais complexas de mundo?



As ciências da natureza podem auxiliar, seja por meio de aulas práticas, resgate dos conhecimentos prévios e de mundo dos alunos, na realização do planejamento das atividades a partir dos interesses e perguntas dos alunos, entre outros.
Assistindo os vídeos, (aula presencial 2- Representação de mundo pelas Ciências Naturais) principalmente “ Ensino de Ciências” onde as crianças vão até a horta e plantam rabanete e assim, descobrem o processo. A partir disso, fiz relação com a plantação de flores na EMEI Nostri Bambini, sendo que cada turma ficou responsável por uma floreira.  Assim, realizamos o plantio e fomos explicando que as flores precisavam de água, terra e luz. Também, precisávamos cuidar e jogar muitos beijinhos.

 Já fazem, aproximadamente 3 meses que as flores estão na entrada externa da escola e os alunos cuidam bastante. Semana passada estava chovendo e fomos “ver a chuva” e uma menina disse: Hoje não precisamos dar água para a flor, pois tem chuva.  Com isso, penso que através do conhecimento de mundo ela fez relação com a ciência, ou seja, as flores estavam sendo regadas naturalmente. 

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

O quê medimos?
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Segundo o dicionário medir significa:
verbo
1.    1.
transitivo direto e intransitivo
determinar ou avaliar por meio de instrumento ou utensílio de medida, ou algo us. como padrão; mensurar (tb. fig.).
"m. uma área com trena"
2.    2.
transitivo direto
avaliar aproximadamente; calcular.
"m. um tamanho com os olhos"

Medir é uma ação cotidiana e também involuntária. Medimos o tempo, para eventos com duração próxima a uma vida,  é muito semelhante com a maneira que medimos o comprimento de um objeto.
        Também medimos pressão arterial, glicose, febre, quantidades desde alimentos até medicamentos, roupas, calçados, distâncias, medidas corporais, entre inúmeras outras coisas.

        Assim, como devemos ensinar os nossos alunos?

        Podemos ensiná-los de várias maneiras, como: Calcular a altura dos colegas e relacionar com o seu tamanho, medir objetos e mobília da sala e confrontar: Qual é maior? Menor? São Iguais? , brincadeiras, jogos, entre outros.
        É na Educação Infantil que as crianças aprendem que medir significa comparar grandezas. Quando esse conteúdo é bem planejado, o rendimento no Ensino Fundamental melhora.




https://www.google.com.br/search?q=o+que+medimos&oq=o+que+medimos&aqs=chrome..69i57j0l5.2388j0j7&sourceid=chrome&ie=UTF-8#q=medir

terça-feira, 8 de novembro de 2016


Quebra-cabeça

Desenvolvi a atividade de quebra-cabeça com a turma do Maternal I, com idade entre dois e três anos. Sentamos todos no chão e expliquei que eles iriam montar diferentes quebra-cabeças e que formariam animais.


Percebi que, primeiramente observavam o animal, depois a forma da peça e por fim, tentavam encaixar. Ambos se ajudavam e vibravam quando a figura era formada, porém, na figura do cavalo, onde tinha três peças sentiram dificuldade, ou seja, encaixaram o rabo no meio do animal. Assim, questionei: Que animal é esse? E eles prontamente responderam: Um cavalo. Por quê? E as crianças apontaram para a cabeça. Após esse momento, apontei para a peça no meio, ou seja, a parte do rabo e questionei: O que é isso? O rabo do cavalo. E o cavalo tem o rabo no meio do corpo ou atrás? E responderam: Atrás. Com essa resposta, solicitei que eles olhassem a imagem e encontrassem o erro. Imediatamente, uma menina foi e trocou a peça do lugar e ainda disse: Agola tá certo.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Qual é o tamanho?


Desenvolvi a atividade com a turma no Maternal I, com a faixa etária entre 2 e 3 anos.  Selecionei um lego de madeira onde as peças são de dois tipos, ou seja, quadrados e triângulos, sendo muito utilizado na construção das “casas e telhados”.
            Fiz duas pilhas, uma com mais e outra com menos peças e perguntei: Qual é a maior? E eles apontaram para a pilha que tinha mais peças. Troquei de lado as pilhas e perguntei novamente: E agora, qual é a menor? E eles apontaram para a que tinha menos peças.
Realizei essa atividade várias vezes e com diferentes quantidades, assim, eles prestavam a atenção e participavam ativamente, geralmente fazendo a relação do número com a quantidade.  Em um determinando momento, deixei as duas pilhas iguais e questionei qual era a menor e qual a maior. Alguns apontavam, outros pensavam e um aluno me disse: Pofe, elas são iguais. Assim, expliquei que elas eram iguais, pois tinham a mesma quantidade de peças.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016


Classificação com os blocos lógicos

Deixei que eles brincassem livremente com os blocos lógicos, sendo que adoram construir casinhas, empilhar, manusear, enfim, soltam a imaginação.
 Após esse momento, solicitei que eles classificassem por formas e expliquei, por exemplo: que o quadrado azul era da mesma forma que o quadrado amarelo, e assim por diante.
Fiquei só observando e não influenciei no desenvolvimento da atividade.  Assim, percebi que a aluna classificou os triângulos e os círculos. Fiquei muito contente, mesmo sabendo que alguns tiveram dificuldades e não conseguiram. Dando sequência a atividade, solicitei que eles classificassem por cor, independente da forma.  Observei que neste momento, os educandos conseguiram com maior facilidade e todo o grupo se envolveu
Mágica em sala de aula



Realizei o experimento “Bolsa Mágica” nas turmas do Maternal I (2,5-3 anos) e Maternal II (3-4 anos). Inicialmente pensei em aplicar somente na turma do Maternal I, mas estavam em poucos e acabei unindo com o Maternal II.

Reuni as turmas em uma sala e quando me viram com a bacia e com o saquinho cheio de água ficam empolgados. Iniciei perguntando se eles sabiam o que tinha dentro do saquinho e eles disseram que era água. Novamente questionei se eu passasse o palito (churrasco) no saquinho cheio, será que a água iria sair? Prontamente disseram que sim porque iria fazer um furinho.

Nesse momento, passei o palito e eles paralisaram; continuei colocando os palitos e água não saia. Assim, expliquei que o palito fazia um buraquinho bem certinho no saco de água e por isso, não saia o líquido. E, se tirasse o palito o furinho ficaria aberto e a água sairia. Logo em seguida, tirei o palito e obviamente a água saiu.


Todos levantaram e ficaram em roda da bacia. Assim, falei que eu iria fazer outra fez e eles iriam me ajudar. Enchi outro saquinho, fui coordenando eles e assim, fizeram a experiência. Todos queriam ver se dava certo, uns queriam colocar a mão na água, outros tirar o palito, enfim, foi um sucesso. 

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Oito etapas da Metodologia
Após a leitura do texto “Jean Piaget e a construção de maquetes” refleti sobre a construção de maquetes, sendo que deve ser uma ponte entre vários objetos de estudo geográficos, podendo assim, fazer uma leitura.
Costela seleciona oito etapas da metodologia, sendo:
Contextualização: Representa o espaço, obtendo assim, a cooperação dos sujeitos. A partir disso, pode-se trabalhar com a reflexão do coletivo, sendo essencial na confecção do material, na manifestação de vozes e questionamentos dos alunos, assim construindo novos saberes.
Projeto: Todos os elementos e sua distribuição.
Construção: Nesta etapa o professor pode expandir os desafios e questionamentos durante a elaboração e produção da maquete.
Croqui: Construção de um desenho do objeto a partir do seu olhar, passando para o papel o que interpretou.
Legenda: tem como intuito de auxiliar o educando no processo de representação.
Relatório: relato do que está presente na maquete e sua inter-relação.
Conclusão: Faz com que o educando pense sobre a dinamicidade das relações com o tempo.
Exposição: mostra os trabalhos para os alunos e a própria escola e assim, representar as reações da comunidade escolar.
Com a leitura do artigo relembrei os meus anos de Ensino Fundamental, onde tenho lembranças de construção de maquetes de vulcões, da escola, de rios, entre outros. Assim, penso que a atividade precisa ser bem planejada para atingir seus objetivos.

COSTELLA, R. Z. Como a ambiência reflete na construção de maquetes. In: REGO, Nelson; AIGNER, Carlos; PIRES, Cláudia; Lindau Heloísa (Org.). Um pouco do mundo cabe nas mãos: geografizando em educação o local e o global. Porto Alegre: Editora UFRGS, 2003. p.131-150.

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Experimento em sala de aula


Realizei o experimento “Bolsa Mágica” nas turmas do Maternal I (2,5-3 anos) e Maternal II (3-4 anos). Inicialmente pensei em aplicar somente na turma do Maternal I, mas estavam em poucos e acabei unindo com o Maternal II.

Reuni as turmas em uma sala e quando me viram com a bacia e com o saquinho cheio de água ficam empolgados. Iniciei perguntando se eles sabiam o que tinha dentro do saquinho e eles disseram que era água.

Novamente questionei se eu passasse o palito (churrasco) no saquinho cheio, será que a água iria sair? Prontamente disseram que sim porque iria fazer um furinho.

Nesse momento, passei o palito e eles paralisaram; continuei colocando os palitos e água não saia. Assim, expliquei que o palito fazia um buraquinho bem certinho no saco de água e por isso, não saia o líquido. E, se tirasse o palito o furinho ficaria aberto e a água sairia. Logo em seguida, tirei o palito e obviamente a água saiu.

Enchi outro saquinho, fui coordenando eles e assim, fizeram a experiência. Todos queriam ver se dava certo, uns queriam colocar a mão na água, outros tirar o palito, enfim, foi um sucesso. 
      Tempo x Espaço Escolar
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     Falar e retratar o tempo nos remete ao nosso cotidiano, pois somos guiados pelas horas, minutos, dias, semanas, meses, semestres, décadas, anos, estações, etapas da vida, períodos, dias letivos, séries ou anos, enfim, “fatiamos” o nosso tempo e o dos outros. 
No espaço escolar o tempo é marcado através da hora da chegada, saída, intervalo, períodos, anos, entre muitos outros, mesmo sabendo que a aprendizagem ocorre no tempo de cada indivíduo.  Conforme Sampaio (2002), o tempo das crianças e da escola são diferentes, pois pressupõem-se que todos aprendam no tempo da escola, mas cada um tem o seu próprio tempo.

O tempo pedagógico precisa ser visto como um momento de construção de atividades desenvolvidas em sala de aula, juntamente com a reflexão dos alunos e professores.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Eu já estou contando...
Hoje de tarde estava no parque da escola, com a turma do Maternal I, e um aluno (3 anos) me chama e diz: “Pofe alí tem 2 unos”. Olhei para o lado e realmente estavam estacionados dois unos, sendo um de uma professora e na frente outro de uma empresa que presta serviço à escola.
Logo questionei:
Quantos unos? E ele repetiu dois.
Que cor eles são? Preto e branco.
Quem tem um uno também? A mamãe.
            Então, pude refletir nas respostas dele e penso que associou o carro da mãe com os que estavam estacionados, ativando seu conhecimento prévio. Também, os contou e identificou as cores, percebendo assim as diferenças, semelhanças, juntamente com a atenção.
            Como uma simples “voltinha” ao parque pode construir muito conhecimento e nos deixar satisfeitos. Fiquei muito contente.

            Finalizo com o autor Danyluk (1997) que diz:
a matemática infelizmente é considerada por muitos uma ciência para “poucos” ou uma ciência para “gênios”. A sociedade em si parece acreditar que a matemática está fora do cotidiano escolar. O que acontece é que a sociedade não percebe a matemática por isso não gostam, ou melhor, eles não foram alfabetizados matematicamente.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Classificação e Seriação
Hoje realizei a atividade de Classificação e Seriação no Maternal I, sendo proposta da disciplina de Matemática.
Inicialmente deixei que eles brincassem livremente com as tampinhas, experimentando as formas, a espessura, as cores, entre outros. Depois, perguntei se todas eram da mesma cor e disseram que não.
A partir disso, sugeri que separassem por cores: vermelhas, brancas e verdes. Todos separam ou contribuíram, realizando assim a atividade de classificação.
Após esse momento, sugeri que fosse formada uma torre colocando as maiores embaixo, as médias e as pequenas, obtendo a seriação.

Percebi que as atividades devolveu nos alunos à atenção, a curiosidade, a noção de espaço, tamanho, cor, entre outros. Foi prazeroso para mim e acredito que para eles também, pois quando a torre permanecia de pé era uma alegria mas, quando caia era uma grande “festa”. 

sábado, 15 de outubro de 2016

Eu e a matemática

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Lembro-me perfeitamente das aulas de matemática, sendo que a professora  foi sempre a mesma e eu adorava ela. Não sei em qual “série” eu estava, mas ela propôs a ideia de cada aluno construísse o seu jogo ábaco. A minha família me ajudou na confecção, montamos, pintamos de verniz e eu achava o meu o mais bonito que todos.


Também, tenho a imagem da utilização do jogo, onde contávamos as unidades até dezenas, trabalhávamos em grupo, enfim, aprendíamos matemática de maneira prazerosa. 

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Pertencer ao Contexto Escolar-Parte II

Acredito que também fazem parte do contexto escolar os profissionais, a família e a sociedade:

Profissionais

Os profissionais da educação, desde professores e equipe diretiva, são peças fundamentais no desenvolvimento e construção do saber, sendo este de maneira crítica e atuante na sociedade.Para aqueles que apenas veem pensam que ser professor é passar conteúdo, ir dar aula, mas para aqueles que olham, notam o trabalho e a mediação do professor e aluno, juntamente com as dificuldades da profissão e da esperança que podemos melhorar o meio em que estamos inseridos através do ato de educar.

Família

A família e a escola necessitam de uma boa convivência e relação, tendo como principal objetivo o sucesso do filho e também aluno. Na primeira foto, temos a chegada de uma aluna na sala, sendo acompanhada e motivada pela mãe; e ao lado temos a realização do projeto “Nona na Escola”, onde as avós participaram no desenvolvimento de comidas típicas junto com seus netos.  
Assim, para quem diz que é apenas a chegada e a participação da família na escola, mas para quem olha sabe o quanto a família é fundamental e necessária no desenvolvimento da criança. Também, é através da família que é transmitido a real educação, o amor, a segurança, entre outros fatores. 

Sociedade
A inserção da criança na sociedade inicia desde o seu nascimento, sendo no contado família e social. Assim, para aqueles que veem dizem que é apenas a convivência da criança com o meio em que vive, mas para aqueles que olham sabem que a criança vai criando habilidades, competências e vínculos, sendo estes ligados com a vida adulta. 

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

 Pertencer ao Contexto Escolar


       Penso que pertencer ao contexto escolar é a relação e o envolvimento entre os alunos, os profissionais, as famílias e a comunidade em si.
Assim, para muitos que estão apenas vendo dizem que as crianças estão somente brincando, rabiscando, suprindo as necessidades básicas (comer, dormir, etc), entre outros. Porém, para aqueles que estão olhando percebem que as crianças estão construindo novos conhecimentos, aprendendo, pensando, suprindo as dificuldades, por exemplo, comer sozinho, se relacionar com o colega, enfim conviver. 


quarta-feira, 5 de outubro de 2016


Autonomia dos nossos educandos

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A autonomia é considerada a atuação do educando na construção de novos saberes, valorização da experiência já obtida, seus conhecimentos prévios e a interação com o professor e colegas.

Assim, faz com que os indivíduos posicionem-se, participem e elaborem projetos pessoais ou coletivos, tenham metas, elejam princípios éticos, entre outros.


Também, sabemos que o desenvolvimento da autonomia depende das bases materiais, intelectuais e emocionais. Assim, cabe aos professores auxiliarem os alunos nos procedimentos adequados a uma postura autônoma no decorrer da escolaridade.  

terça-feira, 4 de outubro de 2016


Consciência espacial na Educação Infantil

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No texto “Geografia e a cartografia escolar no Ensino Médio: uma relação complexa- percursos e possibilidades-”, vemos a cartografia como uma ciência que instrumentaliza os sujeitos a lerem o mundo de uma maneira diferente, com o auxílio da abstração espacial.

No decorrer da escolaridade os educandos necessitam desenvolver as habilidades de reconhecimento espacial como a lateralidade, percepção de imagens em diversos pontos de vista, relação de distância, ordenamento de pontos de referência, entre outros. Para isso, necessitamos incentivá-la desde a Educação Infantil e nos Anos Iniciais.

Lendo e escrevendo este texto, logo me lembrei dos meus alunos da Educação Infantil, com idade entre 2 a 3 anos, sendo que agora eles estão começando a reconhecer seus pertences, sua identidade e dos colegas, porém possuem dificuldades de tempo e espaço, ou seja, frequentemente eles perguntam quanto tempo falta para o Papai-Noel, ou a percepção na hora do lanche, de brincar, de dormir, etc. 

Por isso, é importante obter uma boa organização espacial e uma rotina significativa, sendo esta planejada e pensada de acordo com as necessidades dos alunos, contribuindo na socialização e autonomia. 

sábado, 1 de outubro de 2016

E os conteúdos?

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Fomos ensinados em uma visão onde os conteúdos eram seguidos de uma maneira super tradicional. Atualmente, na visão construtivista, sabemos que os conteúdos são essenciais e junto a eles devemos estimular os nossos educandos a serem críticos, pensantes e atuantes.

Não é fácil mudarmos a nossa maneira em que fomos ensinados. Quem nunca ouviu: Eu preciso vencer conteúdo até o final do ano; eu não consegui vencer o conteúdo; vai cair no vestibular e ENEM, entre outras tantas falas.


Os conteúdos são fundamentais, pois é por meio deles que os propósitos da escola são operacionalizados. Por isso, devemos selecioná-los, incluindo valores, normas e atitudes, juntamente com as características sociais, culturais e econômicas de cada localidade, etc. 
O ensino da História

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Lendo o texto “O ensino da história no Brasil: trajetória e perspectiva” de Elza 

Nadari retratou o tema como disciplina, currículo, trajetória e as perspectivas atuais.

Compreendi que a trajetória da história, como disciplina escolar, surgiu no século XIX, na França, marcado pela genealogia da nação e o estado naquilo que é transformado, segundo Furet.
Assim sendo, era negado as condições de um país colonizado bem como as condições de trabalho, passando a ideia de uma nação resultante da colonização dos europeus, africanos e nativos.
Em 1934, as primeiras mudanças foram surgindo com as instalações de cursos superiores direcionados na formação de professores secundários. Nas décadas de 50 e 60 surge a ideia de renovação para o aprofundamento dos fundamentos científicos e do papel formador crítico da disciplina.
Atualmente temos como perspectivas: a ideia de um saber escolar, sendo que as propostas de ensino tem relação na seleção do tema, na diversidade e na diferença. Método e conteúdo ensinados juntos e não isoladamente, sendo que o currículo deve ser resultante da interação entre alunos e professores e assim, sujeitos de história, entre outras.

Não conhecia esta trajetória da história, sendo que me lembro vagamente da disciplina no meu Ensino Médio. Espero que na interdisciplina de REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELOS ESTUDOS SOCIAIS possamos construir novos saberes e também relembrá-los, como nesta leitura.